E que não me chamem xenófobo


Pedro Correia,

Se não estão satisfeitos por viverem num país liberal, podem emigrar e deixem-nos em paz.

0 comentários em “E que não me chamem xenófobo”

  1. Apesar da ideia base -não aceitamos que nos imponham o que devemos fazer na nossa terra, a UE e a nossa liberdade foi construida com o contributo de muitas visões dispares. Felizmente que o resultado ẽ sõ o melhor do planeta terra.
    Mas não acho que vamos sempre bem= quando vejo frases como a nossa cultura cristâ ocidental fico assustado. A crença é inquestionavel e intima de cada um. Não estou e provavelmente não está a maioria dos UE e dos cidadâos muçulmanos a lutar por uma guerra de credos.

  2. Se o Pedro dirigir essas palavras a portugueses, não há qualquer razão para que o chamem xenófobo. Xenófobo é aquele que rejeita os estrangeiros, não o que rejeita os seus compatriotas.
    Se o Pedro dirigir essas pelavras a estrangeiros, elas não fazem muito sentido – os estrangeiros não emigram de Portugal.

  3. deixem-nos em paz

    O xeque Munir tem toda a razão em proferir estas palavras, porque de facto Portugal deve ser um dos países europeus em que os muçulmanos podem com maior paz e sossego praticar a sua religião e viver as suas vidas sem serem discriminados nem prejudicados e sem sofrer excessivas dificuldades. Não só (nem principalmente) por em Portugal haver uma excelente liberdade religiosa mas também, e sobretudo, por a população ser muito tolerante e não fazer caso nenhum da prática religiosa, ou ausência dela, dos outros.

  4. Pedro Correia você ainda acha que existe um País chamado Portugal, anda mesmo desactualizado. Devia de saber pelo menos quais sao os planos dos liberais para a Europa.
    1° é destruirem os países, e, nao sei se reparou que os governantes perderam todos os poderes de tomarem decisoes estrégicas de desenvolvimento.
    2° em consequência dessa destruiçao, vamos passar às regioes. A França e a Espanha serao os países mais retalhados.

    Parabéns senhores liberais !
    P.S. – Emigrei ha 8 anos, antes do PPC recomendar…, porque estou sempre mais à frente, ahahaha. Curto à brava e ganho 4 vezes mais do que ganhava.

  5. Se lhe chamarem xenófobo, ou outras coisas que não envolvam a família (para essas já sabemos o que é natural), diga-lhes apenas que estão a ser xenófobos contra os xenófobos.
    As crianças têm uma maneira curiosa de responder a acusações gratuitas: “quem o diz é quem o é”.

      1. Obrigado, Pedro.
        Está difícil arranjar-se tempo, mas já vim cá em 2015.
        Como nestas retóricas comentadeiras alinho numa boa pancadaria… isso exige tempo, que nem sempre tenho. Às vezes há aqui zaragatas que lembram a aldeia do Astérix, o que dá umas certas saudades. Afinal, a maior piada é que no dia seguinte estão sempre prontos para mais. Abraço.

        1. É verdade, meu caro. O mesmo motivo que me leva de quando em vez a reler aquele que é talvez o melhor álbum do Astérix: ‘La Zizanie’/’A Zaragata’.
          O que não falta por aí são Tulius Detritus…
          Abraço

  6. Ó Pedro, não me diga que os gajos andam a chamar-lhe essas coisas todas? Mas andam doidos ou quê?
    Será que não compreendem que aqui ninguém é Charlie. O pessoal é moderado e respeitador, independentemente de alguns momentos de calor. Mas isto é o clima que anda doido, ora faz calor ora faz frio.
    O pessoal é todo BORDALÔ, dito à francesa.

      1. Não fazia ideia que isso pudesse ter acontecido aqui.

        Fica uma mensagem para eles:
        Ó rapazinhos, estamos em Portugal. Em nenhum outro país sereis tão respeitados e acolhidos como neste canto no extremo ocidental da Europa. Aguentem aí os cavalitos das emoções, e se quiserem opinar não ofendam. Nenhum de vós foi perseguido nos vossos valores. Simplesmente foram condenados os meios de fazer justiça. Aqui temos uma constituição que procura reflectir os valores de um povo e/ou de cidadãos que pensam por si, respeitando a Vida e os direitos dos demais.

  7. Temos de lutar contra a esquerdalhada tirânica e castradora que gosta de re-escrever a história e a língua para acomodar a preguiça.

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