As notícias de ontem deram conta desta situação (o despacho é este).
Com tantos considerandos e atendendo à “imprescindível utilidade pública deste empreendimento” certamente a questão legal fica assegurada. E as outras?
As notícias de ontem deram conta desta situação (o despacho é este).
Com tantos considerandos e atendendo à “imprescindível utilidade pública deste empreendimento” certamente a questão legal fica assegurada. E as outras?
http://wwwmeditacaonapastelaria.blogspot.c om/2011/10/grandes-bestas.html
Pois… é uma situação que devia realmente preocupar-nos. A eterna questão do desenvolvimento versus a preservação do património já devia estar melhor enquadrada. Já bastam os incêndios a destruírem a floresta…
Ana: as outras são cada vez mais irrelevantes perante a «lógica» do «desenvolvimento» e dos interesses de quem decide, gere e constrói. Com – refira-se – a maioria da população a aplaudir.
Tocas num ponto essencial. A defesa do património devia ser uma causa das populações dos sítios onde estas questões mais se colocam. Mas como fazê-lo se estas obras trazem mais emprego, mais gente e se é tão difícil encontrar o equilíbrio entre as pré-existências e os novos projectos. Hoje mesmo ouvi esta notícia http :/ aeiou.visao.pt populacao-de-braganca-vai-ser-abastecida-p or-camioes-cisterna =f627172. Desconheço o que está em causa mas a verdade é que o presidente da câmara de Bragança e a população já não aguentam mais os chumbos à construção da barragem que, supostamente, lhes resolverá a situação.
Elegeram-nos, agora aguentem.
Já é tradição o CDS e as Azinheiras e os Sobreiros.
Pois. A legitimidade está lá. Mas numa região tão sensível e estando em causa tanta coisa, nomeadamente a Linha do Tua, e agora esta situação…