É o que me apraz dizer


blogprimario67637,

Há coisas muito sérias a acontecer no mundo. Por exemplo e  a despropósito deste post da Patrícia Reis e de acordo com esta notícia, “O corpo de um homem foi encontrado em Hamburgo coberto de queijo e vestido com uma série de collants, um fato de mergulho e uma gabardina. O homem estava em frente a um aquecedor: quereria que o queijo derretesse no seu corpo enquanto tentava chegar ao orgasmo”.
Vestir, em simultâneo, e nestas circunstâncias, um fato de mergulho e uma gabardina, é estar mesmo a pedi-las. 

40 comentários em “É o que me apraz dizer”

  1. Também vindo isto a despropósito da eutanásia, é caso para referir que sendo uma decisão pessoal morrer como se quer e quando se quer, então, cada um faça-o por si mesmo e à sua maneira sem se legislar sobre a matéria e sem envolver terceiros no assunto. Pois o assunto é pessoal e não do Estado.
    Andar a reclamar direitos a uma morte assistida quando o princípio é o de assistir a uma vida até à sua morte deixa-me confuso, porque se pretende sobrepor uma questão pessoal a um princípio colectivo.
    Há quem tire a sua própria vida sem andar a reclamar que outros o façam por eles.

    Bem sei que isto de se poder fazer o que se quer da Vida conduziu à modernice de se acabarem com Vidas no ventre de mulheres à conta de se dizer que “a barriga é delas”. E com a teoria da bondade legal, a descriminalização, surgiu uma lei letal.

    Uma coisa é certa: What goes around comes around. Que o mesmo é dizer: quem semeia em profusão, em profusão colherá.
    Há quem goste de semear a maldição, e a maldição colherá.

    1. Meu caro a eutanásia nada têm a ver com o querer morrer porque se anda triste. Relaciona-se com proporcionar alguma decência na morte , ou na vida, de doentes em sofrimento, para os quais a Medicina não tem mais respostas terapêuticas que não sejam pôr o doente num estado vegetativo permanente.

      E a possibilidade da eutanásia ser realizada por profissionais médicos permite que a morte decorra sem sofrimento para a pessoa, o que nem sempre acontece quando são leigos a ajudar no processo.

      A vida não tem sentido nenhum em determinadas situações. Continuar vivo naquelas é apenas humilhação.

      Obviamente que a eutanásia deve ser precedida por um testamento em vida do doente onde seja expressa a sua vontade.

      Um acamado a rebolar no meio de fezes sem consciência de si mesmo não está vivo. Existe arranstando-de, humilhando aquele que um dia viveu.

      1. Meu caro, a medicina nunca teve e não terá respostas para a morte. Também as não tem para a vida. Ela só pode responder perante a condição do que vive.
        Se o meu caro quer “decência” para morrer o melhor é buscar quem lhe garanta sempre a vida. Só morre de forma indecente quem sempre buscou passar por entre as gotas da chuva sobre esta questão.
        A medicina não coloca as pessoas em estado vegetativo, é a condição da pessoa que leva a que a medicina opte pelo melhor alivio.

        Por outro lado, não existem profissionais médicos. Existem médicos e médicos especialistas. Mas nenhum deles possui autoridade sobre a Vida e a Morte ou sobre o doente. É o doente que, se quiser, renuncia aos tratamentos.
        Da mesma forma, nenhuma lei nem nenhum doente tem autoridade para impor a terceiros aquilo que cada um, decente ou indecentemente (usando a sua expressão), deve fazer por si.
        Se alguém não o pode, é porque não o pode. Ninguém pode fazer nada em nome dele.

        A conversa do testamento Vital é para adormecer boi. Na medida em que a decência da vida e da morte é precisamente mostrar que o Homem pela sua Vida e Morte está muito além dos cânones da decência que hoje se pretende estabelecer.
        O que se pretende com essa treta do testamento Vital é coisificar a Vida e a Morte e, consequentemente, o Homem. O Homem é muito mais do que a condição social e o seu estado revela.
        Outra coisa seria conversarmos sobre a distanásia. Só humilha aquele que um dia viveu quem viveu com arrogância.

        Há um testamento Vital natural: sabe a qual é? Nascer.

        1. A ciência surgiu da mudez divina. A ciência tem-nos dado mais conforto que a vela acendida. Devedor de meus pais e não de um Deus calado. Fugido.Treta é a vida de sacristia fértil em frustrações e perversões. Arrogância é a daqueles que fazem da morte a sua vida. Arrogantes são aqueles que se recusam a viver e pretendem ensinar os vivos.
          Para uma vida decente, uma morte honrada….como Catão, Séneca, Sócrates que morreram pelos homens e como homens…

          1. O meu caro tocou em atributos que parecem retractá-lo, pois parece ser profundo conhecedor do tema e das situações. Eu, para chegar aonde cheguei, evitei as sacristias. Sabe porquê? Porque basta as escravo ser seu senhor e ao mestre ser seu discípulo. Portanto, não há em mim qualquer espírito de rebelião e frustração. Mas considero que muito mais tenho a percorrer.
            Parece-me que tudo ao contrário do que afirma lá abaixo sobre si mesmo.
            Porém, eu admito que os caminhos sejam diferentes. Os cumes das montanhas atingem-se por várias encostas.
            Pela sua resposta, parece-me que não saiu da base da montanha. Há que trepar. Séneca afirmava: “quando o Homem não sabe a que porto se dirige nenhum vento lhe é favorável”. E parece-me que não existe vento que anime tanta desgraça propagada.

            Mas numa coisa tem razão, eu importo-me com a morte: a morte do Homem velho para dar lugar ao novo Homem. Sabe porquê? Sou incapaz de conceber o Homem como lâmpada fundida.
            A ciência é ciência, porém vasta. E ela não surge se a fonte não correr.
            Continuo ao dispor.

          2. Isto nada tem a ver com o tema. Mas gosto de o ler. Gosto mais da sua filosofia que da sua religião. Abraço meu Vento.

          3. Não há nenhum princípio filosófico que não reúna a religião e a mitologia. Conversamos sobre religião, religação.

          4. A Religião, pretende uma transformação da mundividência alheia. Uma transformação da realidade externa. Na persecução do seu objectivo a sua acção faz sentir-se no outro. E nesse sentido a sua actuação é de cariz politico. E todo o movimento politico, reformador, revolucionário, mais tarde ou mais cedo decai em violência – o mal em nome do bem maior (casuística jesuíta)

            A história está cheia de exemplos de movimentos que pretendem um novo nascer de um novo homem de Bem – comunismo, fascismo, teocracias (o sucesso do Protestantismo residiu no apoio dos reis alemães contra a interferência da Curia romana no poder secular). A religião cristã e o seu código moral assenta numa luta contra o material, o físico, o corpo e nesse sentido mais que apaziguamento traz torturantes suores. Insónias. Mais esse monstro que é o sentimento de Culpa (Sto Agostinho)….aliás a arma mais maldita da religião judaico-cristã é convencer-nos que temos Culpa….nascemos culpados….como pode ser bem intencionada uma religião que aponta ao nascido, para a vida, uma culpa? Nasce em pecado, dizem. Festeja assim o nascimento com uma sentença.

            Para a Igreja a Vida nasce culpada….então a da mulher nem se fala

            A filosofia, pelo menos como a entendo, é interior. Pessoal. Mais feita de silêncios do que de palavras.

            A Religião institucionalizada é politica. A Filosofia, um modo de vida. Sem templo. Sem sacerdotes. Sem ídolos de pedra. Não achada em rezas, ou velas.
            Mas intuída, numa paisagem e em silêncio. Sem promessas de paraísos celestes. Muitas vezes sem Livro. A Filosofia é daqui e d´agora….

            O Existencialismo é uma filosofia sem deus…. a ter alguma religião opto por aquela que faz dos Homens, entes sagrados, e da Terra, Paraíso.

          5. Para existir basta estar. Mas para si não se encaixa no conceito do existencialismo aquele que necessita de apoio para melhor viver. Como tal, a ordem é reduzi-lo à inexistência.
            Já comentei mais abaixo o princípio.

            Bem, creio que o meu caro deve dirigir uma carta à Curia Romana e não a mim.

            Você quer abordar o sentido do pecado original. Vamos a isso: o Homem ao pretender ser deus busca tão somente o poder. Como tal, legisla. A liberdade é circunscrita pela lei. Mas a Lei natural do cristão sobrepõe-se a lei social. Por isto mesmo se diz que a essência deste Deus em que se acredita é a da reabilitação. Portanto, é uma Lei que liberta e não que condena. É uma Lei que torna o fraco forte. De tal forma forte que é capaz de orar pelo seu próprio inimigo. E orar pelo inimigo significa tão somente não se deixar contaminar pelo seu veneno. Se assim acontecer, a lei será a de Talião.

            Cappice?

          1. Mas o que não o descansa é precisamente pretender fazer da vida morte, para si um descanso.

          2. Não. Quem faz da vida, morte são os de Clausura Monástica. Os que temem sentir o prazer de estarem vivos.

          3. Bem, parece-me que o meu caro entende como Vida aquela que deseja poder ser capaz de viver. Consequentemente, não há validade em mais nenhuma outra opção, porque a sua concepção é que determina o estar Vivo.

            Afinal o meu caro baseia a sua percepção da realidade em mestres que aparentemente simplificam o Todo por exclusão das partes. Parece-me mais um sistema centralizador que propriamente catalisador. Daí o sentido da Verdade que mais abaixo expus.

    2. Em que parte da Biblia vem afirmado a sacralidade da vida, em qualquer circunstância ? Lembro-me é de ler na Bíblia um deus que pela expiação da culpa de uns exigia a morte de muitos
      inocentes incluindo crianças.

      Não deixa de ser curioso um deus que exija a morte de um filho de alguém para a escritura de um novo pacto.

      Antes Brama.

      1. Já vi que o meu caro busca a teologia para regular a sua vida. E ao que parece nunca encontra nela a resposta para suas angústias. Ou atravessa a noite escura ou nunca foi mais fundo. Os fariseus também eram bastante conhecedores da escritura, mas o seu fermento acabou por destruí-los: “Guardai-vos do fermento dos escribas e fariseus”.
        O Vlad parece buscar o amor à lei. Mas é outra a Lei que deve encontrar.

        Também quer fazer parecer que entende e conhece a bíblia, mas só cita o nome do livro e não o seu conteúdo. Fico com a sensação que fala do Livro e não do seu conteúdo como fuga para a frente.
        Mas, se quiser, chegue-se à frente. E venha também com Brama e a sua, dele, trindade.

        1. Meu caro tenho como mestres outros homens e não deuses. Faço da liberdade e da justiça os meus credos. E a bem da sanidade mental aceito-me e aceito a vida que me coube, sem compensações, sem comércio divino. Li a Bíblia, li a Odisseia , a Iliada, Séneca, Epicteto….e de todos o autor que mais desumano me pareceu foi Deus pela crueldade bestial…sou gnóstico, panteista, acreditando num Todo integrado….

          1. Eu não lhe perguntei os dados do seu C/C ou BI teológico. Eu, como cristão, nunca pergunto de onde vêm aqueles com quem me encontro, mas para onde vão.
            Parece-me que são os panteístas e outros mais ístas que se preocupam com a “genealogia” dos demais.

            Mas, a propósito do panteísmo, os gregos também o eram. No entanto, um facto curioso, no desfile de todos esses deuses que eles esculpiam não se esqueceram de colocar a homenagem também esculpida ao “Deus Desconhecido”. Conclusão, Paulo, que era fino em matéria teológica, durante o seu discurso no areópago, alheou-se de todos esses deuses para lhes falar d´Aqueleoutro que eles mesmo afirmavam desconhecer e a quem erigiram uma estátua. Resultado: a história revela.
            Parece-me que, sendo o meu caro um panteísta, a esse Deus que o meu caro não conhece só conseguiu encontrar os atributos afirmados por quem O desconhece.

            Mas continuo ao seu dispôr.

          2. Vento, confundio politeísmo com panteísmo. Panteísmo:

            Panteísmo é a crença de que absolutamente tudo e todos compõem um Deus abrangente, e imanente, ou que o Universo (ou a Natureza) e Deus são idênticos. Os adeptos desta posição, os panteístas, não acreditam num deus pessoal, antropomórfico ou criador.

            O panteísmo foi popularizado na era moderna tanto como uma teologia quanto uma filosofia baseada na obra de Bento de Espinosa, que escreveu o tratado Ética, assim com em Marco Aurélio e os Estóicos.

            A vida de cada um dependerá sempre mais do caminho calcorreado. O passado é um vislumbre do futuro, e não o contrário.

          3. Não, não confundi. O meu caro não chegou lá e eu pensei que o conseguisse. Para evitar muitas palavras, talvez ajude a dar uma ideia transcrevendo o sentido do panteísmo estóico:

            “O sentido que mais se aproxima do Logos estóico tem um sentido semelhante ao que Heráclito propõe: o Logos está presente tanto no cosmos quanto no homem. O Logos é, então, a forma de compreender a existência da vida humana, mas também é a forma de compreender o devir cósmico.”

            “Logos é o princípio de verdade na lógica, o princípio criativo no cosmo ou na física, e na ética, é o princípio normativo.”

            Porém Deus está, mas não é Tudo. O Uno e Todo, que lhe referi a propósito do link musical que em outro post me ofereceu, tem uma substância diferente. O princípio cosmológico do Logos e/ou Verbo plasma-se na essência humana, a única capaz de reflectir o equilíbrio desejado e contagiar os que o envolvem.

            Jesus afirmou: “Se permanecerdes na minha Palavra, conhecerei a verdade e Verdade vos libertará”.
            Portanto, a responsabilidade do Homem surge com a busca da Verdade e a proposta da Verdade. Em Jesus a Verdade é criadora e recriadora. Mas o seu panteísmo, Vlad, pretende que a mentira seja a ratificação de uma Verdade que desconhece.
            A Verdade é opus, obra, e não a simples conjunção de palavras que pretendem levar a ciência para o baluarte da mitologia.

          4. É precisamente isto que não gosto nas religiões institucionalizadas. A sua condescendência para com os não agarrados pela Graça :

            “Se permanecerdes na minha Palavra, conhecerei a verdade e Verdade vos libertará”.

            A minha Verdade, tornada verdade de todos…

            Mas para chegar onde quer que eu chegue, dê-me mais palavras sobre:

            “pretende que a mentira seja a ratificação de uma Verdade que desconhece”

            Presumo que haja alguém que não eu, e muitos outros como eu, que conhece a verdadeira verdade, ou não fosse ela conhecida.

            Vento, o que é a Verdade?

          5. A Verdade é uma Pessoa, Jesus, o Cristo por antonomásia. Aquele que o meu caro ainda não conhece. Quando aqui chegar compreenderá o sentido da Universalidade que em Si mesmo existe: o Alfa e o Ómega.
            Cipriano (bispo) deixou-nos uma excelente síntese: “O que o Homem é Cristo quis ser, para que o Homem pudesse ser o que Cristo é”. Vos estis sal terrae.

            O seu problema perante o Tudo e o Todo é que exclui do Todo essa outra parte que diz não gostar. Portanto, o seu panteísmo é um panteísmo selectivo e farisaico, de exclusão.
            A única exclusão que o cristianismo deve propor é a da mentira. Por isto mesmo desde o seu início a máxima manteve-se: combater o pecado e salvar o pecador. Como eu.

            A religião não é uma instituição, e no caso do cristianismo é de todo impossível institucionalizar o que em si mesmo é Livre. A instituição não é uma congregação de justos, mas dos que se sentem justificados. Tampouco é uma congregação de salvos, pois todos são convidados a levar a Salvação. O rito nada mais é que desejar a presença dessa Esperança (sem ser esperançosos) que se professa.
            E a Esperança nada mais é que acreditar que se pode ser sal da terra e luz do mundo, pela Graça e não por seu próprio esforço. Daí a frase que acima transcrevi de Cipriano.
            Como esta Verdade pode ser descoberta no Homem (“Deus mais intimo no meu intimo”, que é de Agostinho) “buscar o reino de Deus e Sua justiça” é precisamente valorizar o Homem no seu Todo e não os acréscimos, aquilo pelo qual em regra se luta e torna dependente.
            Por tanto, esta Verdade é também a Liberdade, o desprendimento do supérfluo e acessório para elevar o Homem à condição que o habita. Por isto mesmo, “dar a César o que é César” nada mais é que afirmar que se deve renunciar a César o que não lhe pertence. Pois César era somente dono da moedita cunhada, isto é, de uma merdita, que até levava a sua imagem. E se tinha a sua imagem, pertencia-lhe.

            Por outro lado, o Uno e O Todo consubstancia-se num projecto elementar e único: o Amor. E é precisamente a partir do Amor que se compreenderá aquela outra verdade Una e Trina, conhecida pelo Pai, Filho e Espírito Santo, e que se pode traduzir de uma forma bem mais acessível e sensível: o Amor, o Amante e o Amado.
            A dificuldade em tudo isto reside precisamente nessa incapacidade de por si mesmo o Homem viver e progredir neste Amor. Pois este Amor é renúncia não só ao mal, mas mais concretamente a todo o ódio, posse, exaltação de si mesmo, corrupção…; sendo que corrupção também é adulterar o sentido deste amor, daí o uso da palavra adultério no texto Bíblico, isto é, a destruição do sentido desta Verdade que em Jesus o leva à morte de Cruz. Assim sendo, não é difícil entender que Jesus pela sua Vida e Morte revela-nos a divindade da Vida e da Morte.
            Nesta última afirmação, para não ter de oferecer alimento sólido a quem só pode comer papas, tenho levado o ressuscitado, mas ainda não entrarei pelo tema da Ressurreição. Só com dentes, e eu também, para comer alimento sólido é possível chegar aí, pela Graça.
            Mas nesta matéria existe sempre a sombra da realidade que ainda se não toca de forma sensível. Há um outro tipo de toque que nos conduz a esta visibilidade. Visibilidade esta que não se alcança por uma fé cega, “Porque me viste acreditaste. Felizes os que acreditam sem ver.”, mas através da fé que ilumina a Razão.

            Concluindo, quando o Homem entender que numa primeira fase deve ser um pedinte (procurai e encontrareis; pedi e ser-vos-á dado; batei e abrir-se-vos-á) certamente não lhe estranhará uma das máximas do Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os pobres de Espírito”. É a partir da condição de indigência face a este Conhecimento que todos os progressos serão feitos.

            Para finalizar, a ciência em si mesma pouca ciência contém, e conterá sempre menos e ainda menos enquanto os pseudo-cientistas a usarem para se insuflarem de arrogância.
            Portanto, a profecia só será realizável se existir uma perfeita percepção da realidade presente. Não existindo, não há profecia. Logo, nenhuma profecia é realizável no sentido em que afirma, porque reduz o sentido profético a um mero palpite.
            Nota: A mentira como ratificação da Verdade que desconhece fica mais exposta por este contraditório que lhe levo.
            Continuo ao seu dispor.

          6. Só para acrescentar que a profecia nada mais é que transpor para o futuro uma realidade presente.

          7. Se der tempo ao tempo toda a profecia se realizará….o problema é que se corre o risco, caso o tempo seja muito tempo, de não haver ninguém a testemunhá-la!

            Também a ficção cientifica tem os seus profetas

        1. Caro Vlad, percebo a solidariedade com o génio criativo e a genuína preocupação com os anseios de um semelhante, por mais inusitados que sejam os meios por ele usados – mas convirá que não será líquido afirmar a que se devem os níveis de oxitocina e dopamina… Quem sabe o prazer que provoca nos outros um Cordon Bleu?!

          Enfim, chame-me velha do restelo, mas por mim gabardine é com saltos altos.

    1. Engana-se, coisa suja e ordinária é a mentalidade de quem, a propósito de um post sobre uma notícia muito particular, tenta a provocação generalizada. Tenta – para provocar teria que perceber a relação entre o objecto visado e a referência.

      Mas é sempre giro ver um exemplar de Australopithecus spp aos pulinhos à volta do fogo.

  2. “Algumas moléculas do queijo são semelhantes aos opiáceos, e se ligam aos mesmos receptores que a heroína no cérebro(…)”

    … Isso do fato de mergulho passou-me ao lado, o queijo nem por isso 🙂

    1. Onde leu isso Dulce! ? Nada como um bom naco de queijo, uma fatia rústica de pão alentejano e um gole de vinhaça , tinto…..penso que o Presidente Marcelo não dispensa queijo ao jantar

        1. Luck, maior o prazer da companhia que o prazer do que se come….não se é feliz quando se come sozinho…quanto a neurotransmissores, por vezes são mais consequências do que causas.

        2. Luck falta aí o chocolate, o café, o sexo….basicamente tudo o que é bom aumenta a serotonina e a dopamina. Daí a razão do que faz mal ser tão bom.

      1. Eu devo ser um valente púdico: abomino queijo, qualquer um, excepto se disseminado em pizzas ou francesinhas. E pelo que tenho visto, as pessoas como eu, mais do que não gostar, têm uma autêntica abjecção por queijo.

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