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Entre a memória e o esquecimento, entre a homenagem e a intolerância pela “pornografia”, entre os sentimentos permitidos e os sentimentos sentidos…
A Câmara Municipal da Antiga, Mui Nobre e Sempre Invicta Cidade do Porto, podia ter optado por simplesmente limpar as cagadelas dos pássaros e os autocolantes colocados pelos turistas, mas preferiu limpar a estátua toda.
Uns calhordas. Uns morcões.

Podiam ao menos ter “posto” uma cueca na senhora (até porque as noites do Porto são frias) pois ele está bem vestido.
Os pulmões ficam mais acima …
para André Malraux não era patine, mas merda
Não há palavras, Paulo. Pior do que o vandalismo só mesmo a mesquinhez do pensamento que induz em acções deploráveis. Não seria menos prejudicial à cultura do país remover o Moreira?
Para o Rui Moreira, Dulce, arranjavam-lhe com facilidade um lugar como comentador residente num dos inúmeros programas de debate do fenómeno futebolístico. Parece ser um diamante em bruto para esse exigente ofício.
chamou falhado ao sérgio
Fazem bem em retirar a estátua. Esta e muitas outras por esse país fora. Não estão a fazer mais que a desfear o espaço público.
Acho que sim, um bom comuno-islamita só gosta de barracas e de poeira. Todas as estátuas são simulacros insultuosos porque não se pode representar fielmente o Partido.
podiam colocar allende
balio o “liberal” que quer retirar da praça publica estátuas de que não gosta….
Se limpassem as cagadelas dos pássaros, os pássaros voltariam a cagar e teriam que voltar a limpar, ad aeternam.
Mais vale remover a estátua, assim corta-se o problema pela raiz, deixa de ser um peso no erário público.
Coloquem a estátua num armazém onde os pássaros não a possam cagar.
Qualquer dia começamos também a queimar-lhes os livros! Já os lemos! Querêmo-los para quê? Só servem para ocupar espaço e ganhar pó. São anti-higienicos e contam sobre realidades ultrapassadas que como tudo o que é velho, não interessa para nada.
Eu cerca de metade dos livros que leio, deposito-os num banco público para que alguma outra pessoa os leve e possa ler. Não os guardo em casa porque sei que jamais quererei voltar a lê-los. Mas também não os queimo; quando muito, posso deitá-los para a reciclagem do papel.
Só guardo a outra metade dos livros, aqueles que considero suficientemente bons para que, possivelmente, eu os possa voltar a querer ler.
só leio Net por ser mais barato e não ocupar espaço
Mas estátuas são feitas para os pássaros lhes cagarem em cima. Sempre foram. Por isso é que são duras.
Vocês não percebem nada de nada.
Mas qual problema?
Problema é existirem especimens como tu!
não precisas de purgante
Vá lá, vá lá, não partirem a estátua ainda estão com muita sorte.
Há que manter a malta ocupada, quando muito não seja a partir pedra.
Em alguns, eu utlizava as respectivas cabeças. Resolviam-se dois problemas: a estatua continuava e os donos das cabeças deixavam de ser problema.
Se calhar se fosse algum calhau cuja essencia artistica só estivesse ao alcance de umas explicações aberrantes,ninguém dizia nada, como de facto é algo bem feito e perfeitamente perceptivel ao comum dos cidadãos,mesmos osmais ignorantes em arte, já querem tirar.
A tentativa de remover a extraordinária obra de arte que é a Estátua de Camilo – feita com um bom gosto primoroso – da autoria do Escultor, Francisco Simões, insere-se na política de cultura do cancelamento que tem vindo a ser praticada pelo Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto», que pretende perseguir e destruir a História, Identidade, Tradições, e Costumes, da Cidade do Porto e dos Portuenses.
Junte-se a isto a inveja e o ódio a todo o notável legado que o Presidente Rui Rio deixou na Cidade Invicta e aos Portuenses, durante a sua Governação Autárquica, por parte do Executivo do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» e os partidos que o apoiam (PS, CDS, BE, PCP, CH, IL, L, PAN, e a facção liberal/maçónica do PSD).
No que toca à Cultura – e infelizmente em muitas outras áreas – o Executivo do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» dedicou-se desde 2014 até à presente data a destruir todo o trabalho de recuperação, desenvolvimento, e impulso, levado a cabo pelo Presidente Rui Rio no âmbito da política Cultural da Cidade, que, resgatou e devolveu a Cultura aos Portuenses e com qualidade.
É preciso relembrar que em 1860 dava entrada na Cadeia da Relação, este monumental edifício aqui edificado no Largo Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco, e a escritora Portuense, Ana Plácido, mandados prender pelo tirânico regime liberal/maçónico imposto a Portugal contra a vontade dos Portuenses e demais Portugueses, pelo golpe de Estado de 1820, acusados da prática de adultério.
Esta forte e bela Estátua que ali foi colocada representa esse acontecimento e o Amor natural, entre um Homem e uma Mulher, a sua firmeza contra o ressabiamento e inveja de outros, e a força que é preciso ter quando se é preso, privado da sua liberdade e dignidade, por simplesmente se amar.
O coro de virgens ofendidas, hipócritas, que se levantou e tem a sua representatividade no Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto», acusa uma escultura de ser «…um exemplar mais ou menos pornográfico…», «…objectificação da mulher…», que deve «…ficar nas reservas municipais…», no entanto, fazem silêncio e não se insurgem quando o Executivo promove o homossexualismo, provavelmente com o dinheiro dos Portuenses que financia o Orçamento Municipal, e contra a vontade dos mesmos, em clara violação da Constituição da República de Portugal.
As virgens ofendidas de hoje e de ontem, não gostam daquilo que são, têm nojo do que vêem quando se olham ao espelho, e deixando-se consumir pelas suas frustrações e complexo de inferioridade, tentam assim justificar os seus traumas pessoais.
A Ana Plácido era escritora? Muito me conta.
Vi a notícia ontem, na televisão, e senti vergonha alheia. A vaidosa ignorância exibida por umas alimárias que, defronte a um microfone, doutamente se aliviavam de suas opiniões, foi confrangedora. Um idiota perorava que Ana Plácido não podia ser representada de modo tão indigno, ou algo que o valha. O facto daquela figura feminina não representar Ana Plácido é perfeitamente irrelevante para a figurinha. Enfim, junta-se ignorância com petulância e cheira precisamente àquilo que é.
Repare, foram 37 signatários. 37! Ora, acha difícil encontrar 37 portuenses que assinem um papel defendendo a demolição da Sé do Porto? Da Câmara Municipal? Do Estádio do Dragão? Aposto que, até à hora do almoço arranjo mais 36 subscritores de uma petição pelo exílio de Rui Moreira, Mário Cláudio e outros imbecis do mesmo jaez. Será atendido com a mesma diligência pelo município?
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto.
Além de questionar por que razão removem a estátua, deveria questionar por que razão lá a colocaram em primeiro lugar.
Tanta legitimidade tem a decisão de retirar uma estátua, como a decisão de a colocar.
Se calhar a decisão errada não é a de retirar a estátua, a decisão errada foi a de a ter colocado em primeiro lugar.
Todas as decisões sobre alterações ao espaço público podem e devem ser questionadas e, eventualmente, contestadas. Não somente as decisões de retirada de estátuas, mas também as decisões de colocação de estátuas.
Não há qualquer legitimidade em retirar a Estátua Amores de Camilo do Largo Amor de Perdição, por parte do Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto», nem tão pouco fundamento por parte do mesmo.
Os Portuenses reconhecem e querem aquele monumento que tanto enobrece Camilo Castelo Branco e a escritora Portuense, Ana Plácido, e representa a força do Amor entre um Homem e uma Mulher.
A remoção deste monumento pelo Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» e os Partidos que o apoiam (PS, CDS, BE, PCP, CH, IL, L, PAN, e a facção liberal/maçónica do PSD), insere-se na prática da cultura do cancelamento que este Executivo tem vindo a praticar de 2014 até à presente data com o objectivo de destruir a História, Identidade, Tradições, e Costumes, da Cidade do Porto, dos Portuenses, e no sentimento de inveja e ódio a todo o notável legado que o Presidente Rui Rio deixou na Cidade Invicta e aos Portuenses durante a sua Governação Autárquica
Nada de anormal com aquela gente do Porto. O Camilo também não gostava deles. Quando vou ao Porto, não preciso de ver a estátua do Camilo, para me lembrar dele. Basta ver o trânsito caótico, dado que o Camilo tinha uma frase lapidar:” o Porto é uma Babilónia dentro de penico “. Quando o Porto tem um presidente, que sabe mais de futebol do que cultura, está tudo dito.
Mas pior do que esta alarvidade fez, foi substituir o nome da Praça Velasquez, cujo pai era natural do Porto, pela Praça Francisco Sá Carneiro. Mas quem batiza um Aeroporto, dando o nome de uma pessoa, que morre de desastre ( ou atentado) de avião, percebe-se aquela gente.
Enquanto lisboeta, sinto-me na “obrigação” de dizer que nem todos os lisboetas se revêm nesta posição bacoca e parternalista de achar que portuenses são “aquela gente”, como se fossem de segunda.
Esse discursozinho de ódio pelo Porto – “aquela gente do Porto” – sugere que estamos perante um fervoroso combatente nessa ignóbil guerra civil latente que, de há muito, vai fervilhando neste pobre e pequeno país, sob o metódico e impune incitamento e batuta dos presidentes, comentadeiros e “claques” dessas perniciosas associações a que se vai ainda dando o nome de “clubes” de futebol. Particularmente uns tais “três grandes”.
Deste que escreve acima poder-se-á dizer que o seu lado dessas trincheiras está bem definido e, tendo em conta outros seus escritos por aqui, englobará a gloriosa cintura industrial de Lisboa (talvez, por devoção proletária, subindo até à Marinha Grande) e as planícies alentejanas, mártires da heróica luta camponesa, tendo por local de culto máximo o chão sagrado da quinta da Atalaia.
Enfim, e quanto ao resto, o trânsito em Lisboa é um absoluto pandemónio e épica a incivilidade de quem nele manobra – escreve quem os conhece a ambos, o de Lisboa e o do Porto -, e o seu aeroporto tem o nome de um salazarista convicto, um legionário e comissário da Mocidade Portuguesa. O autor da “Pulhice do Homo Sapiens”, onde se elogiava o “grande homem Salazar”.
Depois terá mudado, é certo (o “grande homem” terá dele dito que voltara “estragado” dos EUA; dos EUA, calcule-se, esse Grande Satã…). Ele mudou e tudo o resto dele, foi muito convenientemente, esquecido. Percebe-se também esta gente aqui de Lisboa. Obediente e ignorante, profundamente ignorante da sua história e dos “heróis” da mesma.
A Praça Velasquez bem podia continuar a sê-lo, é certo (ainda que se o fundamento for a naturalidade, assenta como uma luva ao actual topónimo). Mas antes o nome que tem do que tantos outros que o catálogo de santos pós-1974 lhe poderia ter imposto. E se calhar não impôs por, grande maçada, aquela praça estar no Porto.
Meu amigo, não sou de Lisboa, vivo numa cidade a mais de 50 quilómetros a NORTE do Porto. Portanto não venha com essas guerras do norte e sul. Quando me refiro “àquelas gentes ” não estou, como é óbvio, a falar do Povo do Porto, mas sim das suas classes dirigentes. Posso-lhe falar o que foram as classes dirigentes do Porto, desde a idade média – que proibiam os almocreves de Barcelos, a comprarem casa no Porto, até correrem com o Ricardo Jorge ( teve de fugir senão matavam-no ) por ter descoberto a peste bubónica no Porto. Ando há mais de 50 anos a dizer, que Portugal não é Lisboa, mas o Porto não é o Norte…Dá para entender?
Não, não era óbvio. Evidentemente. Talvez o seja agora. Pretender que alguém que leia “aquela gente do Porto”, sem nada mais no contexto que assim o determine, reduza – e reduza “obviamente”, como se, sem mais, de uma cristalina evidência se tratasse – essa “gente” às “classes dirigentes” do Porto é, enfim, pretensão menos sustentável.
É apenas de esperar, arrisco, que quem queira passar uma mensagem clara, desde logo se de teor potencialmente polémico, o faça de forma clara. O que, manifestamente, não foi o caso. Mas, muito bem: o ódio era e é, então, de classe (um clássico, afinal) e local.
Ou, vá lá – sempre serão mais de cinquenta quilómetros, como escreve (e sempre dá outro estatuto) -, regional.
“Não me oponho, desde que Camilo também esteja nu. Ou os dois nus, ou os dois vestidos”
Esta gente é isto.
Estas atitudes destes palermas que se julgam donos da cidade e do país, da moral e bons costumes, fazem-me lembrar o touro na arena: ao verem algo que não entendem, marram.
Recentemente estive em Palmyra na Síria e vi um fenómeno equivalente na intolerância: u lugar histórico e com história, repositório de civilizações e da memória humana parcialmente destruído por indíviduos que, no alto da sua arrogância intolerante e que apenas cumprem as funções vitais básicas como respirar, comer e procriar, se acham no direito de decidir a vida dos outros, as suas escolhas e princípios.
A estupidez só se cola a eles, a mais ninguém. Pena que tenhamos de levar com ela.
Não se compreende! Milhares de milhões de mulheres apresentam-se quase nuas por todo o lado, até na imprensa e estes imbecis não se mostram.
O corpo da mulher está esculturalmente perfeito. Será a inveja?
Provavelmente

A polícia da moral está instalada.

É urgente sair do armário meus amigos
Antes que seja tarde.
Em breve vamos tapar as esculturas de nus nos museus?
Pobres criaturas incultas.
Eu não vi todos os nomes assinantes.
Mas se li bem um me espantou.Armando Alves?! O desenhador,o ilustrador que sempre admirei e creio ter também ele desenhos alusivos ao(s) sexo? Eu não gostaria de ver nenhum outro grupo manifestando-se contra a publicação desses ou doutros desenhos alusivos.De muito bom gosto. Mas esse gosto é meu e dele;devemos respeitar os dos outros não os suprimindo da representação pública seja em estátua seja em papel.
A pergunta que se impõe é porque é que o homem na estátua não está nu também.