Das quatro principais agências de rating chinesas, a Dagong é a única que não tem qualquer parceria com as agências Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s. Pois é precisamente a Dagong que acaba de anunciar — mesmo havendo um acordo entre Democratas e Republicanos para subir o limite da dívida externa norte-americana — «que vai baixar a nota dos EUA», que não está no topo, mas sim em A+.
É muito bem feito! A decisão surge do mercado que é só o maior credor de Washington. Quanto mais baixar o rating dos EUA, mais desce o crédito das agências Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s.


Muito bem feita, sim, João! Detesto agências de rating, ratices e demais derivados, mas a Dagong é cá das minhas 🙂 Grande castigo. Quem com ferro mata….
Já há meses que a Weiss coloca a Dívida dos EUA bem abaixo de AAA.
Para quem como a Laura não entende o que acontece é mais : quem quer regulação financeira acaba morto por ela.
Moody’s , S&P, Fitch só têm a importância por causa da regulação que as beneficia.
Se a regulação dos Estados e o facto de estes serem seus clientes não as beneficiassem já há muito Portugal seria lixo e os EUA não seriam AAA.
V. acha que a Laura não entende?!?…
Pois é, João! Não fosse a instrução do Lucky e lá ficava eu sem entender o que é a regulação financeira 😉
A sério, Lucky?! Não me diga. Estou edificada.
Que morram, Laura. Que morram.
Por favor, não aplaudam essa gente da R.P.C.!
De uma vez por todas: mas será que ainda ninguém percebeu quem é o campo que mais ganha com o desmantelamento do Ocidente e das suas economias e aforros?
É assim tão difícil de perceber o que se está a passar à nossa volta?
Oh meus amigos, em 22 anos (vamos lá fazer continhas), eles (R.P.C.) aumentaram o efectivo militar em 24 vezes, e pelo menos duas coisas qualquer um vos garante:
1. que desde a “vitória” de Tiananmem em Junho de 1989, que há uma ‘2ª guerra fria em curso’ — e eles sabem que desta a podem ganhar…
2. que o dinheiro não cai das árvores — e o ‘made in China’ ajuda(-os) muito…
Já chega de palmadinhas nas costas dessa gente.
E atenção — eu sou sinófilo, não sou sinófobo.
Luís F. Afonso, Japão
Meu caro, creio que o meu curto post transpira ironia exclusivamente dirigida ao comportamento suspeito das não menos suspeitas agências de rating norte-americanas.
Vivi em Macau mais de 12 anos, um Zodíaco inteiro, e não andei tão distraído que fosse agora capaz de preparar uma barrela para lavar o papel dos chineses neste mundo que eles paulatinamente estão a ocupar.