29 comentários em “E agora, o nosso momento zen”

  1. Certificação, talvez esteja melhor. Uma Agencia é que seria bom, chefiada por alguém de confiança. Aguardemos.

    1. Um certificado de qualidade. Um jornal consegue, da noite para o dia, investigar um nome e colocá-lo na capa. Um primeiro-ministro, que governa o Estado, precisa de criar um “sistema de verificação”: sugiro-lhe o Google.

  2. Concerteza uma comissão de acompanhamento no minímo com 20 boys & girls a que se deve adicionar uns milhares ao seu orçamento para pareces de advogados da praça.

    1. Seria uma solução ao melhor estilo de Sir Humphrey Appleby. Eu já disse várias vezes que a série Yes Minister era uma sátira, mas Costa viu-a como um manual.

  3. Documentação a apresentar:
    – certificado de registo criminal
    – declaração de não dívida à AT
    – atestado de idoneidade da paróquia
    – cópia dos cartões do PS e da Loja

    1. E os vizinhos? E as mulheres da má-vida? E as comadres da Praça? E o barbeiro?
      Saber escolher os colaboradores, é meio caminho andado…

    1. Cá para mim, o Costa descobriu foi que os 15 milhões de euros que andou, há um par de anos, a distribuir pelos grupos de comunicação social perderam o efeito.

        1. Mas já acabou a época de “à justiça o que é da justiça e à política o que é da política”?
          Quem anda por aqui a baralhar estas coisas, falando de ética?
          Pensando bem, essa atitude é pouco ética…e trai os valores consagrados pelas tradição.

  4. Vê-se que o PM sabe bem da poda, não tivesse feito mais nada na vida do que ser político desde a associação de estudantes até hoje. Lesto a ficar com os louros e a distribuir prebendas e ainda mais lesto a desviar-se das pessoas e das responsabilidades.
    Alguém mais inforamdo por favor verifique a evolução dos juros da divida publica nos últimos 3 meses e ondas de choque noutras capitais da zona euro.

    ” Pesa-nos a autoridade, atrofia-nos a disciplina, seduz-nos o hiper-criticismo por motivos fúteis, parece-nos salutar entretenimento descartar homens e destruir governos. “

    1. Costa não faz política para aplicar um projecto político. Costa é um gestor de poder: o móbil do exercício da política, para ele, é a conquista do poder; estando nele, exerce-o para o manter e para aumentá-lo e à sua influência nos restantes órgãos de poder.

  5. “Podemos enganar alguns por todo tempo, todos por algum tempo, mas não podemos enganar todos por todo tempo.” Costa está a aprender que isto, bem feito.

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