Artigo 332.º do Código Penal: “Quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.”
Resta definir, aqui, a fronteira entre o ultraje e a legítima objecção. Entre o ultraje e a fundamentada liberdade de expressão (que seguramente o anónimo não deixaria de invocar e com idêntica precisão formal; se lhe conviesse, claro).
estamos com 50% de pobres, perda de 200 mil portugueses que fugiram, saúde e ensino numa desgraça, com dívida pública assustadora, sem capacidade de criar riqueza há 25 anos há que considere que dá gosto viver assim
Se a republiqueta é para comparar com a monarquia novecentista, o melhor é mudar de visor. São dois regimes muito parecidos, a cairem nas mesmas asneiras. Onde estava o partido regenerador ponha o PSD e onde estava o Progressista ponha o PS. No final, quando chegou o 5 de Outubro, fecharam a porta e ninguém ouviu mais falar deles.
Se conta com o regresso dos Bragança bem pode esperar pela sétima república. Com as monarquias na Europa reduzidas a sistemas parlamentares ficávamos ainda mais tramados do que estamos. Ficava tudo nas mãos dos partidos. A não ser que a sua inclinação seja pelo lado do integralismo e do miguelismo. Aí de facto mudava. Não faltariam nem Tarrafais nem Telles Jordão, o pai e o menino.
capa de jornal francês (provavelmente Le Temps) de 1915 «ontem, por ser domingo, não houve revolução em Portugal»
O Eça escreveu nas Farpas: “é que em Portugal tudo faz sono – até a anarquia!”. Não me surpreende, por isso, que em Portugal a revolução também respeite o horário de expediente.
Por acaso o mesmo jornal ao qual Dom Carlos deu uma entrevista em 1907 e rebentou com o sistema partidário. Dizia ele que o exército lhe era fiel – e foi, quem o assassinou foram os carbonários. Só que três anos depois estava a marinha a bombardear o palácio das Necessidades. Depois foi o que foi, a maravilha da I República, de Afonso Costa, que queria acabar com o cristianismo, Sidónio, pró-alemão, que deixou a tropa abandonada na Flandres, o velhote tonto que ia de transporte público para Belém, e, lá para o fim ou no começo do Estado Novo, até tivemos Carmona, mais tarde marechal, que terá levado um tiro numa disputa de caserna que lhe furou o pano das calças e deixou intacto o fémur e músculos anexos.
Já agora, por essa altura Dom Miguel Januário era coronel no exército austríaco (continuou até ao final da guerra e um historiador austríaco diz que o imperador lhe tirou o mando, creio que de uma divisão, porque era fracote), enquanto o filho mais velho, Dom Miguel, combateu numa divisão automóvel alemã e o Dom Francisco acabou de pneumónica num campo de detenção em Itália (coitado, teve uma vida dura. Quando foi representar o padrinho em Inglaterra, o imperador Francisco José, meteu-se com dois gabirus num quarto de pensão. Valeu-lhe que o buraco da fechadura não permitia ver bem e as provas não eram concludentes. Já os parceiros da farra ou grupo de oração acabaram atrás das grades). Como vê, estamos sempre bem servidos, é só escolher a melhor peça.
Somos hijos de nuestro pasado, pero lo que es más importante es que somos padres de nuestro porvenir (MIGUEL DE UNAMUNO)
La Agricultura es la profesión propia del sabio, la más adecuada al sencillo y la ocupación mas digna para todo hombre libre (CICERÓN)
E o prémio para o país com a classe política mais hipócrita do mundo vai para…. PORTUGAL! E aí está, medalha de ouro, campeões, somos os “maiores”! Enfim depois de ser o país com “maior representação política no mundial”, eis que, os mesmos decidem dar agora que já não porão mais lá os cotos, uma pirueta de 180 graus e aprovam esta condenação. Eis um ótimo exemplo da qualidade, confiabilidade, convicções e honestidade da nossa “querida” classe de governantes. Vocês são um nojo absoluto! Vocês nunca se cansam de conspurcar dia após dia o nome do nosso país, cambada de parasitas sem vergonha!
A sua lógica parece correta mas é, como sempre, falaciosa. O Chega votou contra uma condenação proposta pelo PAN e aprovada pela maioria (incluindo o partido em que voto desde sempre) quando já se sabia que era seguro propor coisas fofinhas, que Portugal já não estava sequer lá, quanto mais a caminho do título e que toda a gente já lá tinha ido no Falcon da FAP. (exceção honrosa para Ana Catarina Mendes que foi num voo comercial). A sua falácia é que não se sabe como é que o Chega e os outros votariam se a proposta tivesse sido feita ANTES do Mundial, a chatice é que não há maneira de o provar nunca nem para um nem para os outros. Tenha vergonha, é o Chega mas para um democrata não vale tudo, pelos vistos para si vale.
morreram centenas de ovelhas se fossem cães era uma ganideira de fugir
Qual falacioso qual quê, o Chega votou contra a condenação da realização do Mundial no Catar. E quanto à viagem do Presidente da República absteve-se por ‘Marcelo ter viajado mais vezes que Cavaco e Mário Soares’.
Se tu gostas do Catar, porque não emigras para lá? E a escumalha do Chega devia fazer o mesmo.
O Chega está a favor do Mundial no fim do Mundial? No princípio do Mundial é que era bom saber-se quem estava contra e a favor, mas aí tudo caladinho, a nossa seleção era candidata ao título, nada de complicar a vida. Que eu saiba o Chega votou contra o voto feito quando já não fazia falta votar.
Epá, não podias ter acertado mais ao lado! Militante do Chega um militante do PS há 45 anos? Vai lá ler melhor o que está escrito, se é que consegues perceber o que lês. São gajos como tu, que só atiram slogans vazios, os idiotas úteis que estão a ajudar o Chega.
Talvez o PAN embirre com o Qatar ter deixado os camelos regressarem: no mínimo, isto sugere abandono.
Realmente tem toda a razão, pobres camelos que acabaram por ter de voltar a Lisboa (entre muitas outras capitais por esse mundo fora). Consta que se ouviou blaterar até mais não em São Bento e Belém, coitadinhos!
a republiqueta da treta devia ser submetida à EUTANÁSIA por se encontrar em estado terminal e sem reacção aos paliativos
Artigo 332.º do Código Penal:
“Quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.”
Resta definir, aqui, a fronteira entre o ultraje e a legítima objecção. Entre o ultraje e a fundamentada liberdade de expressão (que seguramente o anónimo não deixaria de invocar e com idêntica precisão formal; se lhe conviesse, claro).
A cumprir na frigideira do Tarrafal.
estamos com 50% de pobres, perda de 200 mil portugueses que fugiram, saúde e ensino numa desgraça, com dívida pública assustadora, sem capacidade de criar riqueza há 25 anos
há que considere que dá gosto viver assim
Se a republiqueta é para comparar com a monarquia novecentista, o melhor é mudar de visor. São dois regimes muito parecidos, a cairem nas mesmas asneiras. Onde estava o partido regenerador ponha o PSD e onde estava o Progressista ponha o PS. No final, quando chegou o 5 de Outubro, fecharam a porta e ninguém ouviu mais falar deles.
já vamos na 3ª …
Se conta com o regresso dos Bragança bem pode esperar pela sétima república.
Com as monarquias na Europa reduzidas a sistemas parlamentares ficávamos ainda mais tramados do que estamos. Ficava tudo nas mãos dos partidos. A não ser que a sua inclinação seja pelo lado do integralismo e do miguelismo. Aí de facto mudava. Não faltariam nem Tarrafais nem Telles Jordão, o pai e o menino.
capa de jornal francês (provavelmente Le Temps) de 1915
«ontem, por ser domingo, não houve revolução em Portugal»
O Eça escreveu nas Farpas: “é que em Portugal tudo faz sono – até a anarquia!”. Não me surpreende, por isso, que em Portugal a revolução também respeite o horário de expediente.
Por acaso o mesmo jornal ao qual Dom Carlos deu uma entrevista em 1907 e rebentou com o sistema partidário. Dizia ele que o exército lhe era fiel – e foi, quem o assassinou foram os carbonários. Só que três anos depois estava a marinha a bombardear o palácio das Necessidades.
Depois foi o que foi, a maravilha da I República, de Afonso Costa, que queria acabar com o cristianismo, Sidónio, pró-alemão, que deixou a tropa abandonada na Flandres, o velhote tonto que ia de transporte público para Belém, e, lá para o fim ou no começo do Estado Novo, até tivemos Carmona, mais tarde marechal, que terá levado um tiro numa disputa de caserna que lhe furou o pano das calças e deixou intacto o fémur e músculos anexos.
Já agora, por essa altura Dom Miguel Januário era coronel no exército austríaco (continuou até ao final da guerra e um historiador austríaco diz que o imperador lhe tirou o mando, creio que de uma divisão, porque era fracote), enquanto o filho mais velho, Dom Miguel, combateu numa divisão automóvel alemã e o Dom Francisco acabou de pneumónica num campo de detenção em Itália (coitado, teve uma vida dura. Quando foi representar o padrinho em Inglaterra, o imperador Francisco José, meteu-se com dois gabirus num quarto de pensão. Valeu-lhe que o buraco da fechadura não permitia ver bem e as provas não eram concludentes. Já os parceiros da farra ou grupo de oração acabaram atrás das grades).
Como vê, estamos sempre bem servidos, é só escolher a melhor peça.
Somos hijos de nuestro pasado, pero lo que es más importante es que somos padres de nuestro porvenir
(MIGUEL DE UNAMUNO)
La Agricultura es la profesión propia del sabio, la más adecuada al sencillo y la ocupación mas digna para todo hombre libre
(CICERÓN)
E o prémio para o país com a classe política mais hipócrita do mundo vai para…. PORTUGAL! E aí está, medalha de ouro, campeões, somos os “maiores”! Enfim depois de ser o país com “maior representação política no mundial”, eis que, os mesmos decidem dar agora que já não porão mais lá os cotos, uma pirueta de 180 graus e aprovam esta condenação. Eis um ótimo exemplo da qualidade, confiabilidade, convicções e honestidade da nossa “querida” classe de governantes. Vocês são um nojo absoluto! Vocês nunca se cansam de conspurcar dia após dia o nome do nosso país, cambada de parasitas sem vergonha!
Sem dúvida. Inteiramente de acordo.
Se não fosse tanta a imbecilidade dava para umas risadas.
Pelos vistos, o único neurónio funcional pertence ao “Chega”…
JSP
Infelismente parace ser verdade!!
Quer dizer que o Chega votou contra a condenação do Mundial no Catar.
A sua lógica parece correta mas é, como sempre, falaciosa.
O Chega votou contra uma condenação proposta pelo PAN e aprovada pela maioria (incluindo o partido em que voto desde sempre) quando já se sabia que era seguro propor coisas fofinhas, que Portugal já não estava sequer lá, quanto mais a caminho do título e que toda a gente já lá tinha ido no Falcon da FAP. (exceção honrosa para Ana Catarina Mendes que foi num voo comercial).
A sua falácia é que não se sabe como é que o Chega e os outros votariam se a proposta tivesse sido feita ANTES do Mundial, a chatice é que não há maneira de o provar nunca nem para um nem para os outros.
Tenha vergonha, é o Chega mas para um democrata não vale tudo, pelos vistos para si vale.
morreram centenas de ovelhas
se fossem cães era uma ganideira de fugir
Qual falacioso qual quê, o Chega votou contra a condenação da realização do Mundial no Catar.
E quanto à viagem do Presidente da República absteve-se por ‘Marcelo ter viajado mais vezes que Cavaco e Mário Soares’.
Se tu gostas do Catar, porque não emigras para lá? E a escumalha do Chega devia fazer o mesmo.
Não sei porque é que o PAN está contra o Mundial, só o Qatar é que tinha condições para albergar tantos camelos.
Porque é que a escumalha do Chega está a favor do Mundial se estão sempre a dizer mal dos “islâmicos”?
O Chega está a favor do Mundial no fim do Mundial?
No princípio do Mundial é que era bom saber-se quem estava contra e a favor, mas aí tudo caladinho, a nossa seleção era candidata ao título, nada de complicar a vida.
Que eu saiba o Chega votou contra o voto feito quando já não fazia falta votar.
Muito gosta a escumalha do Chega de defender o indefensável… Já emigraram para o Catar?
Epá, não podias ter acertado mais ao lado!
Militante do Chega um militante do PS há 45 anos?
Vai lá ler melhor o que está escrito, se é que consegues perceber o que lês.
São gajos como tu, que só atiram slogans vazios, os idiotas úteis que estão a ajudar o Chega.
Talvez o PAN embirre com o Qatar ter deixado os camelos regressarem: no mínimo, isto sugere abandono.
Realmente tem toda a razão, pobres camelos que acabaram por ter de voltar a Lisboa (entre muitas outras capitais por esse mundo fora). Consta que se ouviou blaterar até mais não em São Bento e Belém, coitadinhos!
Mais um momento Zé.
É disto que o Delito gosta, fosse esgrima PSD- e/ou outros, censura e lixo com os comentários.
Temos de arranjar uma rubrica regular para isto: “Momento Zé” é demasiado bom para ser desperdiçado.