Isso funde (f-u-n-d-e; ok, está certo) o problema mas não o resolve: tirando os bi, um tipo ou é maricas ou gosta de… hum, vaginas. Suponho que a acusação é de que se tem uma (pequenina, atendendo ao diminutivo) em vez de um pénis mas ainda assim é daquelas acusações que me fazem alguma confusão.
mariquinhas deriva de Maria, quer portanto dizer que é um homem com um comportamento efeminado; se em vez de caracterizarmos o lado feminino pelo nome Maria, que então era muito comum, optarmos por uma característica biológica teríamos conquinhas (cortando o “a” final como em Maria). Como a palavra conquinhas seria pouco evocativa optou-se por coninhas cuja aproximaçao a cona é muito mais evidente.
Pois, já me disseram mais acima. Tem lógica. Ainda assim, acho piada a que um termo que presume alguém que gosta de homens seja sinónimo de um que designa o órgão sexual feminino. Oh, well, se calhar é o meu cérebro: sempre funcionou de forma estranha…
Esse tipo de linguagem “coninhas” e “meriquinhas” sugere diminutivos de Cónios e Mericas. É coisa tão ordinária quanto chamar Gaja em vez de Gaia, Puto em vez de Putto/Cupido, ou Puta em vez de Putta/Vénus. Coisas da Raia miúda que emalucou nas ilhas Malucas.
Hmmm… e a Maia? Pois a Maja é foneticamente Macha, e também tem masculino, Macho, se quisermos em Maio. Mas, para não ser mais ordinário, não falo de Machupichu, nem da mesma variação de Raia em Raja, Racha.
Pode-se dizer ainda que ginete é uma variação de cynete, em que o y seria um upsilon, ficando “cunete”, que leva de novo aos Cónios. E Conistorga seria não em Coina, mas sim em Beja. Beja-se aqui tão perto e as Méricas lá do outro lado do mar, ou seria, à francesa, da mar?
Fico feliz por teres gostado desta brincadeira de gaiato, ou se quiseres, maiato. Não conheço as vossas regras, mas já tive uma nomeação dessas, que aliás guardo junto ao coração.
Proponho “mariconinhas”.
Isso funde (f-u-n-d-e; ok, está certo) o problema mas não o resolve: tirando os bi, um tipo ou é maricas ou gosta de… hum, vaginas. Suponho que a acusação é de que se tem uma (pequenina, atendendo ao diminutivo) em vez de um pénis mas ainda assim é daquelas acusações que me fazem alguma confusão.
Tem razão. Ainda tenho muito a aprender com o escultor sonoro-plástico Barros Oliveira.
Já que perguntou posso fazer uma conjectura:
mariquinhas deriva de Maria, quer portanto dizer que é um homem com um comportamento efeminado; se em vez de caracterizarmos o lado feminino pelo nome Maria, que então era muito comum, optarmos por uma característica biológica teríamos conquinhas (cortando o “a” final como em Maria). Como a palavra conquinhas seria pouco evocativa optou-se por coninhas cuja aproximaçao a cona é muito mais evidente.
OK, gosto da explicação. E fico sempre surpreendido que haja pessoas que pensem mesmo nos assuntos quando os assuntos são – ou parecem – de somenos… 😉
Significam?
http://www.priberam.pt/DLPO/default.asp x?pal=coninhas
e unde fica o chóninhas.
Bamos lá a ber!
Devo dizer que sou tripeiro.
Boa tarde\ a todos
Sendo verdade que o dicionário também o dá como sinónimo, o termo “choninhas” não diz grande coisa sobre as preferências sexuais do designado.
Ser tripeiro não é crime – embora, segundo creio, o Tribunal Constitucional nunca se tenha pronunciado sobre o assunto.
Mariquinhas, maricas, mariconas… coninhas.
Er… isso é um vira ou um corridinho?
Um coninhas é um enconado. Alguém que pensa com os ovários. Um mariquinhas, portanto. Eu sei isto porque fui ver a um dicionário qualquer.
Que dicionário é que dá como definição de mariquinhas: “alguém que pensa com os ovários”?
“Alguém que pensa com os ovários” é uma definição de mestre.
Mariquinhas vem de Maria.
Entre Mariquinhas e Coninhas parece-me normal a sinonímia: só as primeiras têm as segundas.
Pois, já me disseram mais acima. Tem lógica. Ainda assim, acho piada a que um termo que presume alguém que gosta de homens seja sinónimo de um que designa o órgão sexual feminino. Oh, well, se calhar é o meu cérebro: sempre funcionou de forma estranha…
Esse tipo de linguagem “coninhas” e “meriquinhas” sugere diminutivos de Cónios e Mericas.
É coisa tão ordinária quanto chamar Gaja em vez de Gaia, Puto em vez de Putto/Cupido, ou Puta em vez de Putta/Vénus. Coisas da Raia miúda que emalucou nas ilhas Malucas.
Hmmm… e a Maia?
Pois a Maja é foneticamente Macha, e também tem masculino, Macho, se quisermos em Maio.
Mas, para não ser mais ordinário, não falo de Machupichu, nem da mesma variação de Raia em Raja, Racha.
Pode-se dizer ainda que ginete é uma variação de cynete, em que o y seria um upsilon, ficando “cunete”, que leva de novo aos Cónios. E Conistorga seria não em Coina, mas sim em Beja. Beja-se aqui tão perto e as Méricas lá do outro lado do mar, ou seria, à francesa, da mar?
Desculpa abardinar o post com ordinarices.
Olha o comentário da semana!
Fico feliz por teres gostado desta brincadeira de gaiato, ou se quiseres, maiato.
Não conheço as vossas regras, mas já tive uma nomeação dessas, que aliás guardo junto ao coração.
Por mim, está escolhido! Genial.
Significam falta de gosto, a peu près.
Mas todos nós temos os nossos maus momentos e o nosso país tornou-se numa taberna onde impera a boçalidade.
Exacto. Esse é, aliás, o seu (dele) grande problema.
Infelizmente, com contributos – no caso, o seu, seu – de quem devia ter a contenção suficiente para contrariar este triste estado de coisas.