E os partidos políticos? Vão ser obrigados a pagar o novo imposto ou, como sucede no IMI, ficarão isentos? Em especial o PCP, o mais rico de todos, com os seus 15 milhões de euros em património imobiliário?
Dúvida ingénua
escafandro,
E os partidos políticos? Vão ser obrigados a pagar o novo imposto ou, como sucede no IMI, ficarão isentos? Em especial o PCP, o mais rico de todos, com os seus 15 milhões de euros em património imobiliário?
Cantona vai pregar para outra freguesia.
Não gosta da super-ministra Catarina nem do Costa.
Enganaram-no
Vai continuar isento, claro. Só pelo latifúndio da Quinta da Atalaia – que permanece sem utilidade visível 362 dias por ano – devia ser muito onerado em nome da “justiça redistributiva”.
Só pelo latifúndio da Quinta da Atalaia – que permanece sem utilidade visível 362 dias por ano – devia ser muito onerado em nome da “justiça redistributiva”.
As propriedades rústicas (não edificadas), como a Quinta da Atalaia, pagam em geral um IMI baixíssimo, insignificante. Isso é assim em todo o país. Não é pela Quinta da Atalaia que o PCP alguma vez iria pagar muito imposto.
Já quanto à falta de utilidade visível, isso é verdade e é criticável, mas o mesmo se aplica a muitas propriedades rústicas pelo país fora, que se encontram ao abandono. Muitas delas, devido a o solo ser tão fraco que não se justifica o seu cultivo.
Então se o Luís Lavoura não for útil isso também é criticável.
Tudo em prol da nação.
Como um fascista ou comunista diria.
A Quinta da Atalaia é irrelevante, trata-se de uma propriedade rústica. O PCP tem, isso sim, bastantes andares, prédios inteiros até, e isso é que constitui um património significativo.
Está escarrapachado nos jornais que ainda está a ser debatido (entre os partidos que sustentam o governo) se os partidos irão ou não ser forçados a pagar o novo imposto. Este post é portanto inútil.
Lavoura, como tu consegues escrever três comentários sem deixar clara a tua posição sobre o assunto, são as tuas intervenções que se revelam completamente inúteis.
sampy, a minha posição sobre o assunto está exposta no meu blogue. Vá lá ler.
Nos blogues dos outros eu só comento o que os outros escrevem, não explico necessariamente as minhas posições.
Lavoura, a maneira como comentas nos blogues dos outros não gera necessariamente vontade de visitar o teu blogue.
Ainda nada está claro, estando tudo em estudo. Assim sendo porquê este comentário?
“Ainda nada está claro, estando tudo em estudo. Assim sendo porquê este comentário?”
Elementar, meu caro Anónimo. Porque o estudo começa (e termina) sempre pelos mesmos, aqueles que já pagam. Porque não, então, numa política fiscal auto- proclamada de justa, começar, por uma vez, por aqueles que não pagam? Alguma razão que a razão desconheça ????