Dúvida ingénua


escafandro,

E os partidos políticos? Vão ser obrigados a pagar o novo imposto ou, como sucede no IMI, ficarão isentos? Em especial o PCP, o mais rico de todos, com os seus 15 milhões de euros em património imobiliário?

0 comentários em “Dúvida ingénua”

  1. Cantona vai pregar para outra freguesia.
    Não gosta da super-ministra Catarina nem do Costa.
    Enganaram-no

  2. Vai continuar isento, claro. Só pelo latifúndio da Quinta da Atalaia – que permanece sem utilidade visível 362 dias por ano – devia ser muito onerado em nome da “justiça redistributiva”.

    1. Só pelo latifúndio da Quinta da Atalaia – que permanece sem utilidade visível 362 dias por ano – devia ser muito onerado em nome da “justiça redistributiva”.

      As propriedades rústicas (não edificadas), como a Quinta da Atalaia, pagam em geral um IMI baixíssimo, insignificante. Isso é assim em todo o país. Não é pela Quinta da Atalaia que o PCP alguma vez iria pagar muito imposto.

      Já quanto à falta de utilidade visível, isso é verdade e é criticável, mas o mesmo se aplica a muitas propriedades rústicas pelo país fora, que se encontram ao abandono. Muitas delas, devido a o solo ser tão fraco que não se justifica o seu cultivo.

      1. Então se o Luís Lavoura não for útil isso também é criticável.

        Tudo em prol da nação.
        Como um fascista ou comunista diria.

    2. A Quinta da Atalaia é irrelevante, trata-se de uma propriedade rústica. O PCP tem, isso sim, bastantes andares, prédios inteiros até, e isso é que constitui um património significativo.

  3. Está escarrapachado nos jornais que ainda está a ser debatido (entre os partidos que sustentam o governo) se os partidos irão ou não ser forçados a pagar o novo imposto. Este post é portanto inútil.

    1. Lavoura, como tu consegues escrever três comentários sem deixar clara a tua posição sobre o assunto, são as tuas intervenções que se revelam completamente inúteis.

      1. sampy, a minha posição sobre o assunto está exposta no meu blogue. Vá lá ler.
        Nos blogues dos outros eu só comento o que os outros escrevem, não explico necessariamente as minhas posições.

        1. Lavoura, a maneira como comentas nos blogues dos outros não gera necessariamente vontade de visitar o teu blogue.

    1. “Ainda nada está claro, estando tudo em estudo. Assim sendo porquê este comentário?”

      Elementar, meu caro Anónimo. Porque o estudo começa (e termina) sempre pelos mesmos, aqueles que já pagam. Porque não, então, numa política fiscal auto- proclamada de justa, começar, por uma vez, por aqueles que não pagam? Alguma razão que a razão desconheça ????

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