Duas notas semi-irónicas sobre um par de escritores portugueses


escafandro,
Só li um livro de Vasco Graça Moura, O Enigma de Zulmira, e ando a tentar comprar menos livros. Mas, numa livraria, não resisto a folhear Os Desmandos de Violante, acabado de editar. (Ele gosta de mulheres problemáticas, não gosta? Bom, quem não gosta, pelo menos durante um tempo? Assumindo, claro, que «mulheres problemáticas» não constitui redundância…) É a minha faceta malévola que me leva a fazê-lo. A faceta que me segreda: não seria irónico que estivesse em ‘acordês’?

(Não está. Talvez ainda o compre.)

 

Vejo a capa de Short Movies e solto um suspiro de alívio que se ouve do lado oposto da livraria. Começava a ficar preocupado com a possibilidade de Gonçalo M. Tavares não lançar pelo menos um livro neste Natal.

(E afinal vão ser dois. O mundo não anda assim tão estranho.)

3 comentários em “Duas notas semi-irónicas sobre um par de escritores portugueses”

    1. Tens toda a razão.

      Nota: o meu mecanismo de autodefesa fez-me parar de ler o teu comentário após a quarta palavra. E devo acrescentar que tomei essas quatro palavras inteiramente à letra, sem qualquer componente de ironia.

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