Sim, esta foto consegue um efeito de colocar a cidade em suspensão entre o rio e o céu, como levantada pela bruma do nevoeiro que se dissipa. Muito boa.
Obrigado, da Maia. Já agora – e eu devia colocar isto no post da Ana Vidal, lá mais abaixo, mas cansa-me fazer scroll down -, você não tem uma costela brasileira? Com a sua tendência e jeito para os jogos de palavras…
Há mais de dez anos que mantenho contactos profissionais com brasileiros… e é difícil não gostar deles, de alguma genuidade que nós perdemos na perversão rebuscada que os europeus cultivam muito mais, uns contra os outros. Agora, não percebi o que isso tem a ver com aquele uso e abuso que fiz da nossa língua. Os poetas deles são pouco menos conservadores que os nossos, creio eu… A pá lavra na cultura… e a palavra na cultura – qual a minha responsabilidade nesta coincidência de termos? Torná-la notada… só se for isso. Mas não devo ter sido o primeiro, nem serei o último.
Lindíssima esta foto…
Obrigado, Pedro.
Sim, esta foto consegue um efeito de colocar a cidade em suspensão entre o rio e o céu, como levantada pela bruma do nevoeiro que se dissipa.
Muito boa.
Obrigado, da Maia. Já agora – e eu devia colocar isto no post da Ana Vidal, lá mais abaixo, mas cansa-me fazer scroll down -, você não tem uma costela brasileira? Com a sua tendência e jeito para os jogos de palavras…
Há mais de dez anos que mantenho contactos profissionais com brasileiros… e é difícil não gostar deles, de alguma genuidade que nós perdemos na perversão rebuscada que os europeus cultivam muito mais, uns contra os outros. Agora, não percebi o que isso tem a ver com aquele uso e abuso que fiz da nossa língua.
Os poetas deles são pouco menos conservadores que os nossos, creio eu…
A pá lavra na cultura… e a palavra na cultura – qual a minha responsabilidade nesta coincidência de termos?
Torná-la notada… só se for isso. Mas não devo ter sido o primeiro, nem serei o último.