Dream team


Teresa Ribeiro,

Pena não se poder fazer como no futebol e contratar no exterior os craques que fazem falta aqui no plantel. Sem o nosso ADN, que é, já não me restam dúvidas, o nosso maior problema estrutural, a governação seria mais fiável.

Um alemão nas Finanças e um finlandês na Educação, para começar, não estaria mal. O tal chinês talvez pusesse na Economia. Nada como uns negócios da China para pôr a nossa Economia a funcionar.

6 comentários em “Dream team”

  1. Subscrevo na íntegra, AP.
    Mas uma alemão nas Finanças também vem no sentido do chinês e do trabalho escravo: como já estamos com a corda na garganta, o alemão nas finanças pode gazear-nos! Já estão habituados e são mestres no ofício! O Finlandês congelava-nos a todos!
    Saberá a Teresa que na Finlândia que os tempos lectivos são apenas de manhâ e que não há mais de 4 horas de aulas seguidas, também por causa do clima/frio/falta de sol? Havia de ser lindo em Portugal!!!!
    Não quererá contribuir para o programa de (des)governo do Dr. Pedro Passos Coelho?

    1. Cara anónima, não se assanhe, que não vale a pena. Em todo o caso, com as devidas adaptações à nossa realidade, muito gostaria de ver a funcionar em Portugal um sistema educativo inspirado no modelo finlandês, de sucesso reconhecido.
      Quanto aos alemães, invoquei-os devido à sua comprovada disciplina. E na pasta das finanças, alguma disciplina germânica seria bem-vinda. O chinês foi pura chalaça. Já que eu fiz um paralelo com o futebol, lembrei-me do Futre, do caso do chinês… tá a ver? Capice? Pronto… já passou!

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