A ideia de que é incorreto que quem tenha bom ordenado se queixe de cortes é curiosa. Primeiro, se o ordenado não é roubado é legítimo quem o ganha defendê-lo. A democracia é dar a todos o direito a protestar. Mesmo quando achamos que não tem razão. E se achamos que não tem razão dizemos porquê e não dizemos que o que está mal é o ato de protestar. O corolário lógico destas notícias costumam ser afirmações do género “não nos devemos queixar da nossa diminuição de vencimento porque há desempregados e indigentes”. E esta afirmação é repetida as vezes suficientes até só haver desempregados e indigentes – aí podemos queixar-nos, embora seja tarde. Existem muitas variantes desta atitude. Uma muito popular é dizer que os trabalhadores empregados deviam baixar voluntariamente os seus vencimentos ou despedirem-se para darem lugar a desempregados. É a luta de classes com os trabalhadores a lutarem dos dois lados – e a perderem. Já se sabe que o capitalismo é preguiçoso, pelos vistos quer que sejamos estúpidos.
presumo que a S.A. não ia dizer queteme pelo futuro dos filhos -tenho-a em melhor conta que isso;mas que é ofensivo para a talvez 90% das mães portugueses issonão tenho dúvida e qo “jornalista” que escreveu isso,mercia ter ido na leva do DN:
Apela-se à compreensão dos contribuintes. Estes cortes são uma imoralidade!
Exige-se uma petição.
E que dizer da Catarina Furtado, que já lhe furtaram 20% dos 25 mil?
Uma roubalheira!
Quanto não pagará a RTP à D: Márcia ( Correspondente nos EU) para retransmitir as noticias da CNN?
Assim não se pode viver.
A ideia de que é incorreto que quem tenha bom ordenado se queixe de cortes é curiosa.
Primeiro, se o ordenado não é roubado é legítimo quem o ganha defendê-lo. A democracia é dar a todos o direito a protestar. Mesmo quando achamos que não tem razão. E se achamos que não tem razão dizemos porquê e não dizemos que o que está mal é o ato de protestar.
O corolário lógico destas notícias costumam ser afirmações do género “não nos devemos queixar da nossa diminuição de vencimento porque há desempregados e indigentes”. E esta afirmação é repetida as vezes suficientes até só haver desempregados e indigentes – aí podemos queixar-nos, embora seja tarde.
Existem muitas variantes desta atitude. Uma muito popular é dizer que os trabalhadores empregados deviam baixar voluntariamente os seus vencimentos ou despedirem-se para darem lugar a desempregados. É a luta de classes com os trabalhadores a lutarem dos dois lados – e a perderem.
Já se sabe que o capitalismo é preguiçoso, pelos vistos quer que sejamos estúpidos.
Já que estamos em tom sério, sublinho que o que é verdadeiramente demolidor na notícia é o receio pelo futuro dos filhos.
presumo que a S.A. não ia dizer queteme pelo futuro dos filhos -tenho-a em melhor conta que isso;mas que é ofensivo para a talvez 90% das mães portugueses issonão tenho dúvida e qo “jornalista” que escreveu isso,mercia ter ido na leva do DN:
Parece é que ninguém reparou que se trata da televisão pública… paga com o guito dos contribuintes.
Canal público único, sem publicidade, em modelo PBS, já! http://www.pbs.org/