Dos perdões inexistentes e das reavaliações à moda da esquerda


escafandro,

Como se sabe, há um perdão fiscal que, sendo apenas diferente de um perdão fiscal porque até autoriza os infractores a pagar as dívidas a prestações, de modo nenhum é um perdão fiscal, muito menos se destina a recolher uns euros suplementares até ao final do ano.

E parece que também há uma medida de incentivo à reavaliação de activos que, embora transfira receitas do futuro para o presente e ajude muito mais as grandes empresas do que as pequenas e médias, não decorrerá certamente de necessidades orçamentais (todos sabemos que, nestes tempos pós-austeridade, as contas públicas andam über-catitas) mas do facto de estarmos perante um governo que se preocupa acima de tudo com os mais fracos.

2 comentários em “Dos perdões inexistentes e das reavaliações à moda da esquerda”

  1. O importante é que os jornalistas não dizem que há austeridade.

    E se não há austeridade pode-se fazer cortes draconianos, aumentar impostos e tudo e mais alguma coisa.

  2. Gostei da ironia “estarmos perante um governo que se preocupa acima de tudo com os mais fracos.”

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