“UMA VEZ, tinha eu seis anos, vi uma imagem magnífica num livro sobre a Floresta Virgem chamado “Histórias Vividas”. Era uma jibóia a engolir uma fera. Copiei o desenho para vocês poderem ver como era.”
Logo no primeiro parágrafo somos impelidos a entrar no mundo da imaginação…
O meu exemplar deste livro é de 1987, a par das marcas do tempo, tem também as do manuseamento.
Foi-me oferecido pela minha Mãe, como todos os livros que li durante a minha infância e juventude.
Não me recordo do número de vezes que o reli, mas sei que foram muitas.
É um daqueles livros intemporais e que se recomenda em qualquer idade. É didáctico, interessante e mágico.
O Universo do Principezinho mostra-nos tesouros escondidos em cada um de nós. Sempre que o lemos descobrimos uma nova forma de entender o Eu e o Outro.


Sou muito mais velha do que a Joana, mas a primeira vez que li o Le Petit Prince foi em 1983, numa edição da Gallimard.
O meu livro também está velhinho (pudera, tem 33 anos) mas nunca me vou desfazer dele, embora tenha comprado várias edições em português, assim em jeito de colecção.
O Principezinho é o meu pequeno grande herói!
Também tenho a mania de comprar as agendas da Moleskine (não todas, são muito caras) mas já tenho duas para 2017 – e são lindas.
A Bertrand tem uns baralhos de cartas muito giros – e só custam 6,50€.
(não tenho comissão, juro.)
Gostei muito da sua escolha.
🙂 Antonieta
É um livro estranho, de tão intemporal mesmo.
A única maneira de entendermos o Eu e o Outro, Joaninha, é observarmo-nos de fora. Já completamente despidos. E é curioso que isto ocorra em estados de grande vulnerabilidade. Em resumo, no sentido cristão, dá-se o nome a esta condição de purificação.
Só se compreende a idolatria do Eu, a vaidade do Eu e a arrogância do Eu quando já não se pode ser Eu.