– Era só esta luz bonita e hoje parece-me o mundo. O sol a ficar para trás, o horizonte de chumbo, prenúncio da tempestade. Em nós até os homens eu sinto. Os que bebem ilusão, aqueles que preferem não ver, e os que são o chá do mundo.
5 comentários em “Diz o limão à cerejeira”
Ó Gui, gosto muito desta ideia de ser o chá do mundo. Não são muito, pero que los hay, los hay.
Ó Gui, gosto muito desta ideia de ser o chá do mundo. Não são muito, pero que los hay, los hay.
para nossa salvação 🙂
beijinhos
Ah… os homens, Gui… esses seres metafísicos, uns dias alados, outros dias, endiabrados… outros ainda… “enchazados” !
;)))))
E os que vão, percorrendo infinitos
Voando nas asas de um sonho.
Soletrando antigos desejos.
Em cada amanhecer, o mais risonho.
E os que vão, cavalgando ilusões.
Buscando amanhãs vindas de ontem,
Apagando as torpes negações,
Ateando ainda, as chamas que os lambem.
Os que vão, de olhar fixo na lonjura,
Perdendo a noção do que é real
Espraiando-se por inteiro na planura
Da magia de uma aurora boreal.
que bonito Bartô ! obrigada.
queria falar de auroras, tão remotas cidadelas. não as topo, nunca as vejo. tenho vagas saudades delas. encházados, ergam o sol, tragam um beijo.