Dívida e crescimento económico em tempos de «geringonça»


escafandro,

Não obstante a austeridade ter acabado e já não ser preciso compensar um défice de 10% através das tranches dos empréstimos da Troika, a UTAO estima que a dívida pública tenha subido para 131,6% do PIB. Ressalva, porém, a existência de factores que poderão fazê-la aproximar-se do valor previsto pelo governo para o final do ano (124,8%): a amortização da Obrigação de Tesouro com maturidade em outubro de 2016, e a utilização de depósitos da administração central para recompra de dívida pública e/ou amortização do empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI). Avisa depois que também existem riscos, entre os quais o de um crescimento económico abaixo do objectivo.

A UTAO quase tem razão. A areia na engrenagem é o último factor já não constituir um risco, mas uma certeza: basta analisar os números saídos hoje para o perceber. (Tsk, tsk, quem poderia alguma vez ter antecipado que a «geringonça» causaria uma quebra no investimento?) E, assim sendo, no final do ano, uma de duas: ou a dívida pública terá aumentado significativamente ou os tão polémicos «cofres cheios» de Maria Luís Albuquerque terão sofrido um grande rombo. Em condições normais, a escolha dependeria de uma análise aos efeitos mediáticos de cada opção (esvaziar os cofres talvez passasse despercebido). O governo, todavia, possui dois trunfos: a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e a eventual venda com prejuízo (ou não-venda) do Novo Banco. Qualquer destes acontecimentos será ouro sobre azul, permitindo não apenas disfarçar a parte da história do aumento da dívida que convém manter escondida como, ainda por cima, transferir responsabilidades para o governo anterior.

Sócrates e Teixeira dos Santos também o sabiam: os falhanços apenas são graves no momento em que já não é possível escondê-los.

0 comentários em “Dívida e crescimento económico em tempos de «geringonça»”

  1. Primeiro os cidadãos, depois a economia. Custa-lhe perceber que a austeridade nunca, jamais em tempo algum, desenvolveu qualquer economia, a não ser a economia dos exploradores. A UTAO tem estado parada no tempo, tal como a Teodora que ainda não se apecebeu que o mundo gira e evolui. Maria Luis tinha os cofres cheios de mentiras e de nada. Já agora, é melhor não falar nessa senhora que deixou de ter qualquer moral, quando aceitou trabalhar para a Arrow Global onde lhe dão 5000€, para que ela lhes forneça os seus conhecimentos, adquiridos, enquanto ministra. Não satisfeita com os 5000€, ainda tem a lata, de aceitar o cargo de deputada, onde está sentada na última bancada e onde vai buscar mais alguns euros, à débil economia do seu país. O governo anterior, jamais ficará isento de culpas, do mal que fez à nossa economia, pondo-a de rastos, vendendo tudo a preço de saldo e carregando sem dó nem piedade, o seu povo, com uma austeridade brutal. Também parece ter esquecido que Victor Gaspar disse: demito-me porque o que fiz está errado e que a senhora continuou a fazer aquilo que o seu mestre disse não poder ser.

      1. Lamento que não consiga, mas eu explico-lhe: a peça é sempre a mesma, não há economia sem cidadãos, logo, primeiro que tudo os cidadãos, depois a economia. Se para si, primeiro a economia e os cidadãos que se lixem, lamento, mas pensa mal e o som do violino também não interessa porque ninguém o ouve.

          1. O ser humano primeiro que tudo e depois a economia. Se assim não for,
            algo está mal.

        1. O cidadão – ou melhor, o cidanónimo – que pretende pôr as pessoas e a economia em compartimentos separados, ou em carruagens de comboio com os “cidadãos primeiro”, portanto no lugar da locomotiva, nunca deve ter lido uma linha de Marx. Embora possa intitular-se marxista.

          1. Que raio que tanto o incomoda o anonimato, só não o incomoda, na hora de contabilizar os que por aqui andam. Deixe o Marx que não é para aqui chamado, senão iremos ao Hitler que foi eleito democraticamente e foi a pior aberração de sempre, na carruagem da frente. Se o intitular de nazista creio que não deve gostar, então não misture o que não se pode nem deve misturar.

          1. A economia só existe porque há gente, pessoas, homens se estes não existirem, não há economia. Os salários baixos existem porque uns exploram, outros dominam e outros são escravos dos anteriores. Uns têm direito a explorar, outros não têm direito nem a abrir a boca.

    1. E o anónimo das 12.08.2016 às 19:11 a tentar romantizar para poder mentir e enganar.

      Se não queres economia então para que queres dinheiro?

      Não, a tua táctica é desvalorizares a economia para poder ficar com ele.

      1. O anónimo deve ser daqueles para quem Costa está a governar, no intuito de ganhar as próximas eleições, reformados e funcionários públicos mas, quando a economia secar e já não der, mais nada, para poder redistribuir coisa nenhuma, vão acabar por ficar todos agarrados ao… a um sítio que eu cá sei.
        Quem não perceber de onde vem o dinheiro, depois de tantas derrapagens, pedidos de ajuda externa ou o que acontece se acabar o dinheiro, já não é estupidez, são apenas ideias loucas saídas de “calhaus com pernas”. Depois ainda se admiram da qualidade e da competência dos governantes que temos, apenas o reflexo da “qualidade” da maioria que os elege.
        O problema é que isto está a ser feito a nível Global e, se não entendem a primeira parte do problema, muito menos entenderão com que finalidade isso está a ser feito.

        1. De que economia fala? É que a nossa economia secou quando venderam tudo que ainda dava dinheiro. Agora que temos nós? Onde vamos buscar dinheiro? Não temos nada porque foi este, o legado do PPC. Os calhaus com pernas ainda têm cabeça para verem que os calhaus sem cabeça o único que sabem é odiar os reformados e os funcionários públicos, mas na hora que precisam deles e eles os ignoram, já não gostam. Quando entrar num hospital não se esqueça que vai pedir socorro ao funcionário público o tal “calhau com pernas”.

          1. E com que dinheiro quer pagar aos Funcionários Públicos? Como conseguia governar um país onde todos fossem Reformados e Funcionários Públicos? (Sabe quantos trabalham para pagar a um reformado? E para pagar aos Funcionários Públicos? Ninguém diz que não são precisos mas, o dinheiro não cai do céu.

            Primeiro tem de se produzir riqueza e, até pode ser através de pequenas e médias empresas mas, não as podem secar com impostos, foi o que as levou a empréstimos e a muitas falências (Depois de gerir uma pequena ou média empresa, aposto que ficaria mais perto da realidade e de como funciona este país, onde não querem saber das empresas, apenas sugar até ao tutano, até chegaram ao ponto de cobrar IRC com antecedência para acertar depois… ou seja, por conta de um lucro que ainda não se fez). Aliás, há muita gente, por aí que, antes dizer disparates e apregoar utopias, devia experimentar o desgaste e a responsabilidade de gerir uma empresa, nem precisava de ser grande, até uma tasca servia para aprenderem qualquer coisa Real em vez de conversa fiada.

            Pode crer que a verdadeira riqueza não vem dos Bens Públicos, esses, serviram sempre para instalar a elite governante, aqueles que se alimentam dos bens públicos, aliás, a melhor maneira, de secar um país, é pôr tudo na mão do Estado e, como fica cada vez maior e cada vez mais poderoso, entra a 2ª fase, os interesses fora do Estado (os grandes e poderosos) começarem a corromper quem possa dar “um jeitinho” e muitos milhões, esses têm muitas maneiras de “agradecer”. Aquela do Estado sermos nós todos é a maior treta, que nos é vendida porque, nós, contribuintes, governem eles bem ou mal, eles ficam sempre bem e nós sempre mal porque pagamos incompetência e outras “mordomias” porque, no fundo, o Estado reduz-se a um grupinho de gente que, além de rodar e nunca ficarem “cheios”, vai cuidando mais da vida deles do que da dos cidadãos. A mente colectivista adora controlar tudo, quanto mais controlar, mais nichos tem para se “alimentar” e fazer um brilharete a distribuir o que é dos outros e, assim, vai cuidando do seu futuro nas eleições seguintes e, aqui começa a subversão do sistema e em vez de igualitarismo passamos a pantanal.

            Curiosamente, todos os nossos Partidos Políticos são colectivistas, a única diferença é uns serem mais do que outros. Mais uma coisa curiosa é que, isto, interessa às 4 Corporações que, controlam globalmente o Mundo e, neste tipo de sistema, construíram um sistema em pirâmide, uma espécie de franchising onde no topo, meia dúzia consegue controlar tudo. E pode crer, o pior ainda está para chegar (como foi encaminhado e previsto por essa minoria). O sistema financeiro vai rebentar e, só estão a “tentar segurar as pontas” porque, só devia rebentar depois da outra “União” estar feita EUA/Canadá/México ou a Hillary mais uns anitos ou pensa que as “Uniões” são também no interesse dos cidadãos dos países “unidos”?

            Fazendo parte da espécie humana e ainda pensar que, atrás dos bastidores andam a cuidar dos pequeninos… santa ingenuidade… e, naturalmente, é perfeitamente normal, por exemplo, o Sr. Costa ser convidado pelo Grupo Bilderberg, curiosamente (porque são tudo “acasos”) aquele camarada de Partido a quem o Costa “espetou uma faca nas Costas” só lá foi uma vez… se calhar não tinha o “perfil desejado” porque entre as coisas visíveis e invisíveis ao cidadão comum… há muito mais do que aquilo que eles pensam e nem sequer, conseguem imaginar.

            Quanto à tais 4 Corporações, já deixei um link neste blogue e outro que também deixei (e penso ser muito educativo) a respeito disto de colectivismo, posso sempre repetir porque, apesar, de eu pensar que, a partir daqui, já estão escolhidas todas as variantes de fechar todas as saídas aos escravos do sistema (tudo, entre o mau e o pior), no mínimo, perceber como fomos enganados e, a minha única Fé ainda está nos americanos porque, antes de fecharem “o redil” têm de conseguir eleger a Hillary e passar por cima da Constituição americana para lhes retirar o Direito de se Defenderem do seu próprio Estado. Os “Pais” da Constituição americana podiam nem prever o futuro, apenas percebiam muito da natureza humana 😉
            YouTube:
            https://www.youtube.com/watch?v=jAdu0N1-tvU
            G. Edward Griffin – The Collectivist Conspiracy

          2. Já me estava a esquecer de explicar a metáfora da estupidez e dos calhaus, pois bem, imagine um barco a remos, uma estrutura admirável e flutuante e, naturalmente, a mera estupidez pode provocar balanços no barco, uns salpicos, remar tão mal que não se sai do mesmo sítio mas, em vez disso, comece a atestá-lo com calhaus (fragmentos de rocha dura e pedra solta) não se vai imediatamente ao fundo mas, quando o nível da água começa a subir, a cada ondulação mais forte, vai entrando cada vez mais água e, chega a altura em que vai ao fundo mas, mesmo assim, debaixo de água, ainda existem bolhas de ar, até chegar o inevitável e, nas últimas décadas, uma minoria com interesses muito seus (falando soft), com a ajuda de interesseiros e de calhaus, tem andado a afundar países, onde, casos raros como o da Suíça, a grande maioria, por enquanto, ainda são cidadãos que não deixam o Estado ter demasiado poder porque, onde não há poder, não há corrupção e se o Estado ou melhor, os funcionários dos cidadãos, quiserem fazer alguma coisa, tem de ser através de referendo.

            Naqueles países, onde o Estado tem mais poder ou o entregou a não eleitos, algures lá longe, basta pôr o isco da distribuição de benesses que, nem é preciso carregar com os calhaus para dentro do barco porque, como têm pernas, é vê-los entrar de livre e espontânea vontade e, não querem saber do Futuro, nem de onde vem o dinheiro, nem sequer das futuras gerações, vivem para o presente e o imediato e, a única coisa que querem é “boleia” e, nem conseguem enxergar que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, vão acabar no fundo.

            Todos deviam ser livres de poder escolher a maneira como querem viver mas, há quem goste de ser dependente e, depois dos pais, gostam de um Estado semelhante que lhes resolva todos os seus problemas que decida o que é melhor ou pior e que os proteja das suas próprias responsabilidades de adultos (1) e há, também, quem goste de nascer e morrer escravo e, infelizmente, alguns, nascem e morrem, sem saber que não passaram de escravos. No meio disto tudo, a única coisa que chateia, é obrigarem os outros, a viver o mesmo tipo de vida, a sofrer as mesmas consequências e o mesmo Destino.
            (1) Um exemplo que reflete bem essa mentalidade:
            Não estando a falar de exceções à regra como violação ou outro caso raro mas, de 2 Adultos irresponsáveis que nunca chegam a aprender o que são consequências, um, segue o instinto animal e, o outro, nem sequer pensa, antes de abrir as pernas e, depois, os outros, os responsáveis, com os seus impostos pagam o abortar e uns dias de férias, como se, algum deles, tivesse contribuído com mais um ser humano para a nossa sociedade, algo importante para a sua própria continuação. Quando se usa o dinheiro e, principalmente, quando é curto, tem de se saber onde estão as prioridades e, premiar a irresponsabilidade, é coisa de calhaus porque, depois, não há dinheiro para quem queira, realmente, contrariar o envelhecimento da população.

            Até pode haver quem grite ou avise que o barco vai ao fundo mas, quando 50% mais 1 for calhau, os outros 49% ficam sem poder escolher coisa nenhuma mas, mesmo esses, uns, estão sempre bem e, desde que não lhes tirem o futebol e a vidinha do costume, parece-lhes tudo normal e até têm o descaramento de dizer que “nem se interessam por essas coisas da política”, como se tivessem uma capa de imunidade, apenas sobra uma minoria (dispersa em vários países), que, atenta ao que se passa, sentem-se completamente impotentes para fazer parar o inevitável porque, “o acordar” para a realidade, tem de ser por vontade própria e através de uma investigação individual.

            Presentemente, todos apregoam querer defender as minorias, pena que não sejam Todas, só as que são convenientes e as usadas para atingir um outro Objectivo (o nosso futuro pesadelo), mas, a minoria de que estou a falar, a quem só resta alertar, desabafar, trocar informação, sofrer por antecipação e, viver numa espécie de Inferno na Terra, onde os calhaus têm pernas mas, onde uns são cegos e outros, com todas as capacidades, para poder ajudar a mudar o Mundo para melhor, por mero comodismo ou outras razões mais egoístas, só querem, mesmo que os deixem… continuar a “dormir”, depois, não se queixem, não choraminguem, nem tentem sacudir a água do capote.

      2. Provavelmente mentir e enganar é a sua táctica, a minha não é. A minha, é dar dignidade ao cidadão e a economia serve única e simplesmente para dar essa dignidade. Se assim não for, para que é? Para dar milhões, a uns e mendicidade a outros. Assim não, não pode ser. Parece não acreditar, mas ainda há homens de boa vontade, nesta amalgama de gente de sem valores.

        1. Como eu disse você não está nada interessado em Dignidade. A sua “dignidade” é a do Chavismo e do Castrismo.

          Só está interessado simplesmente no Poder.
          Desvaloriza a Economia para ter o poder sobre ela e ser o Ditador a decidir, em vez de serem milhões de pessoas a decidirem onde gastam o seu dinheiro.

          O aumento de riqueza só existe com especialização e tal é só possível com Economia.
          Economia implica confiança, confiança que alguém está a processar comida enquanto eu trato da electricidade, confiança que quando alguém pede emprestado o vai pagar na maior parte das vezes e pior não torna o não pagar numa virtude que destrói a sociedade.

          Mas você prefere o horror dos Holodomor.

          A Esquerda nunca se arrepende de nada porque nunca aprende nada.

  2. Gosto muito de lê-lo não só a divulgar números provisórios, sem contemplar outros vectores, como também a trabalhar estimativas da UTAO, que estima o mal e o bem em simultâneo. Resultado, parece-me que alguém anda a pretender acertar sempre sem nunca se comprometer.

    1 – O crescimento do valor nominal do PIB é um indicativo seguro que a economia não só cresce como funciona. Significa isto que equacionar um abrandamento (abrandamento não é paragem ou inversão) num trimestre (Abril, Maio e Junho), onde os serviços ainda não fervem em pleno, é simplesmente pretender acentuar uma corrente de desgraça que Maria Luís e o Pedro do CDS muito desejam. Aliás, o seu discurso do “eu disse” não passa de uma lengalenga semelhante à dos cofres cheios, cheios de dívida não paga e/ou amortizada.

    2 – Diz a sabedoria dos números que quando se aumenta a dívida em cerca de 50 mil milhões (2011-2015) e os encargos da dívida anual passam de 4.300 milhões para 8.500 milhões vamos ter um problema no chamado défice estrutural, que quer a troika quer a comissão faziam finca-pé em não contemplar a questão cíclica, e um estrangulamento no vencimento dos mesmos. Ocasionando, ainda por cima, para não se entrar em incumprimento que se role a dívida para pagar noutro ponto. Isto não é gerir é girar a dívida.

    3 – Mais importante ainda, no seguimento dos números do parágrafo anterior, é o facto de tão competentíssimo desgoverno nunca ter explicado os gastos dos 78 mil milhões do empréstimo. E é legitimo que questionemos, porque entre 2011-2014 o PIB cai 6%, isto é, aproximadamente 10 mil milhões, e corta-se igual montante em prestações sociais, investimento público, saúde, cultura…, e se para haver crescimento é necessário injectar dinheiro, então demonstre onde se encontra aplicado o dinheiro da troika.
    No mesmo período a banca elimina 30 mil milhões de imparidades com recurso a dívida que o Estado garante. E é aqui que se coloca a questão cíclica: Bruxelas não aceitava como medida extraordinária o resgate da banca, assim aconteceu também com Espanha que passa de um excedente orçamental global de um PIB de 2% em 2007 para um défice de 11% em 2009, sendo que mais de metade deste aumento representou fundos para ajuda do resgate dos bancos.
    Em suma, não se andou a resgatar a banca nacional. Resgatou-se, nas políticas da dita contenção, a Banca Europeia e outros mais. E com tanta contenção sem expansão lá vem o Deutshe pedir que a banca europeia receba uma significativa ajuda.
    Em que ficamos, amigo JAA? Quer que continue ou compreendeu tudo?

    4 – Por um outro lado, pela primeira vez no período a dívida pública aumenta menos que o crescimento. Em que ficamos, amigo JAA? Quer que continue ou compreendeu tudo?

    5 – Não admira, portanto, que em todo este cenário se pretendesse ver um desempregado e outros subsidiados como uns reles preguiçosos, a quem era necessário perseguir e colocar em regime de arame farpado, e não como vitimas das questões cíclicas que acima abordava.
    Em que ficamos, amigo JAA? Quer que continue ou compreendeu tudo?

    Portanto, como sou um ser divino, tudo quanto se abordou em nossos diálogos calorosos está a concretizar-se, até mesmo o abrandamento económico mundial que o amigo não quis ver em tempo útil e que Centeno e os seus pares, por demasiado optimismo, também não.
    Mas não está tudo perdido. É esta a política que se deve manter. Para haver contenção na despesa pública tem de haver expansão. Se Bruxelas for inteligente coloca o plano Junker em marcha. De outra forma será uma tolice embarcar no valor de 2,5% do défice.

    Bom fim-de-semana.

    Nota: Meus caros Costa e Centeno, atenção que vem aí o aumento do Pitrol. Olhem que a OPEP já alertou, e eu também antes dela.

  3. “4 – Por um outro lado, pela primeira vez no período a dívida pública aumenta menos que o crescimento. Em que ficamos, amigo JAA? Quer que continue ou compreendeu tudo?”

    E o Vento continua a mentir, isto depois de já lhe ter explicado como está errado. Por isso estamos no domínio do 1984 Newspeak-Pravda.

    A Dívida Publica era de 223.9 Mil Milhões de Euros em 31 Dezembro 2015
    A Dívida Publica era de 232.7 Mil Milhões de Euros em 30 Junho 2016

    É um crescimento da Dívida de 8.8 Mil Milhões de Euros

    Como o PIB são 180 MME quer dizer que 8.8 MME = 4.888% do PIB.

    Agora onde estão os 4.888% crescimento do PIB neste semestre?

    O que a repetir-se no segundo trimestre seria um ano com crescimento de mais de 9%?

    O Vento vai continuar a dizer que a Economia cresceu mais que o crescimento da Dívida?

    Fontes:
    http://www.igcp.pt/fotos/editor2/2016/Boletim_Mensal/01_BolMensal.pdf
    http://www.igcp.pt/fotos/editor2/2016/Boletim_Mensal/07_BolMensal.pdf

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