Dior


Pedro Correia,

 

– Sente dor?
– Não.
– E se lhe extrair um i, Dior?
– Aí já sinto.

 

16 comentários em “Dior”

  1. Bruto como era, pegou na guitarra com a delicadeza de um qualquer rachador de lenha. Calcou-lhe três dedos da sua mão esquerda no braço, entre trastos e em cordas ao acaso, ou melhor, conforme lhe deu mais jeito à pata. Alçando a outra, preparava-se para aplicar o primeiro golpe às cordas…

    E delicodocezinha como era, a guitarra, em tom entre o encolhido e o assertivo, zurziu-lhe um berro:

    — Aaaaai! Não me toques, que me desafinas!!!

          1. Um zero ao centro, portanto.

            Ora se no meio está a virtude e se esta vale zero…

            Enfim, as meninas boas vão para o céu e eu vou para onde bem entendo!

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