
Faz hoje dez meses. Nesse dia da infâmia – parafraseando o que Roosevelt chamou ao cobarde ataque nipónico à esquadra norte-americana em Pearl Harbor – o carniceiro russo, digno herdeiro de Estaline, mandou avançar os seus peões, armados até aos queixos, para invadir, anexar e retalhar a Ucrânia. Arrogando-se um direito de pernada próprio de um senhor feudal.
Queria amputar o país vizinho, derrubar as instituições eleitas pelos ucranianos, assassinar o Presidente sufragado pelo voto, ocupar Kiev num par de semanas, transformar o país invadido num Estado-fantoche, idêntico à Bielorrússia. Falhou todos estes objectivos. E fez agigantar Volodimir Zelenski, transformando-o num herói à escala planetária, justamente destacado como figura do ano que agora acaba pela revista Time. O homem que não desertou, não se poupou ao sofrimento em solo ucraniano, não abandonou os compatriotas à sua sorte.
Enfurecido, o carniceiro mandou matar, mutilar, massacrar. Cidades como Mariúpol e Butcha, arrasadas sem um vestígio de compaixão, ficam como símbolos desta devastadora agressão que viola todas as regras do direito internacional, começando pela Carta da ONU, que teve a Rússia como uma das signatárias originais. Balanço trágico: mais de cem mil mortos e cerca de 15 milhões de desalojados na Ucrânia, além de danos patrimoniais incalculáveis.
Dez meses depois, mantém-se a fúria homicida da besta formada nos sinistros serviços secretos da extinta União Soviética. Com ogivas, mísseis e drones agora dirigidos sempre a alvos civis, na quebra das redes de abastecimento de água, energia e mantimentos. Para condenar o povo ucraniano à morte pela fome, pela sede, pelo frio.
O carniceiro continua a menosprezar o espírito de resistência do povo vizinho, que não se verga ao invasor. Ucranianos de todas as idades e condições sociais, mobilizados pela voz de comando de Zelenski, enfrentam os canhões com exemplar coragem física e moral. Mostrando ao mundo que até podem morrer de pé, mas jamais viverão de joelhos.
A besta não passará.

general Douglas MacArthur à chegada ao Japão
«não venho como conquistador porque todos acabaram mal. fazer uma constituição é problema vosso» cito de cor
O PIB da Ucrânia caiu 35%. Mesmo com o país devastado, eles resistem.
Recusam ser escravos de Moscovo.
caso único: uma guerra para matar civis e destruir as suas casas
Enquanto a besta sanguinária que ordenou este morticínio, ao fim destes dez meses, nunca se aproximou da frente mais de 80 km. Foi só uma vez e voltou de imediato a Moscovo, tipo toca-e-foge.
Um “herói” da treta.
Pelo menos nos nossos valores ocidentais ainda existe liberdade de pensamento IgY
https://www.youtube.com/watch?v=2Td5GHNQ
Pena não usares essa liberdade para assumires o que comentas, com nome e apelido.
Como se trata de uma guerra, então, não só serão 100.000 mas sim 200.000.
Cem mil mortos, número mínimo. À média (mínima) de dez mil por mês.
Fora os feridos de longa duração e os incapacitados permanentes, do ponto de vista físico e psicológico.
«… pode tanto cada um em sua casa, que, mesmo depois de morto, são precisos quatro homens para o tirarem!» – Marquês de Pombal para o embaixador castelhano que ameaçava invadir Portugal, aquando das invasões francesas
Frase-chave para decifrarmos a brava resistência ucraniana às hordas do carniceiro.
…Marquês de Pombal…invasões francesas ??
“…quando das invasões francesas”, quais?
O Marquês morreu em 1782, Napoleão tinha 13 anos.
Pelo critério russófilo, que chama “guerra” à invasão da Ucrânia pelas hordas putinescas, as invasões francesas seriam “guerra luso-francesa”.
Seria um erro histórico tão grande como esta denominação actual, que equipara agressor e agredido sob o rótulo de guerra.
Guerra é guerra, invasão é invasão.
A Ucrânia defende-se, da mesma forma que os nossos ancestrais se defenderam das hordas bonapartistas. Quem faz guerra é Moscovo, não é Kiev.
o Maneta morreu antes de usar os roubos
Massena morreu estraverculoso
Junot atravessou a Ocresa com água pelo peito a 3km de ponte de 5 arcos
Corridos, todos eles. Mas antes pilharam tudo quanto puderam por cá.
E os nossos amigos ingleses a vê-los passar….
Os ingleses ajudaram-nos a expulsar os franceses. Como nos ajudaram nos séculos XIV e XVII contra os Putines espanhóis.
Eh pá meta férias de Natal, até parece que tem uma tensa paga para putinar.
Os ingleses ajudaram a expulsar o Junot mas fecharam os olhos à roubalheira que ele carregava.
Feliz Natal também para ti.
Vai lá abrir as prendas.
Pacto de Família, pacto Bourbon. Pombal saiu do poder em 1777 e morreu em 1779, uma década antes da revolução francesa.
Pombal morreu em 1782.
Tem razão. Confundi o ano da morte de Dom José com o da sua demissão por D. Maria I. Sobreviveu dois anos.
Continua confundido. Pombal foi de imediato exonerado pela Rainha D. Maria I, que o detestava.
Destituido e desterrado naquele ano de 1777. Sobreviveu mais cinco.
“O verdadeiro soldado não combate porque odeia o que está na frente dele, mas porque ama o que está por trás dele”. G.K.C.
É por tudo isso e por todos aqueles, os inocentes que caíram, que eles continuam a lutar.
Muito bem, Dulce.
Feliz Natal, sempre com os nossos irmãos ucranianos no pensamento.
A Ucrânia sempre pertenceu à Rússia, nunca teve nada a haver com o Ocidente!! Não nos envolvam em guerras que nada tem haver connosco… Portugal está a desviar o foco de África para uma região que nunca nos disse nada
A Ucrânia é um Estado soberano, livre e independente.
Sujeito há oito anos à agressão russa, que começou em 2014 com a invasão e anexação da Crimeia em flagrante violação do direito internacional.
Putin criou quatro “bantustões” na Ucrânia, voltando a violar a Carta da ONU e rasgando o compromisso assumido por Moscovo no Memorando de Budapeste em que reconhecia a integralidade das fronteiras do país vizinho e até se comprometia a defendê-las.
Estes bantustões colocam o regime do carniceiro de Moscovo ao nível do repugnante regime racista que vigorou durante 30 anos na África do Sul.
Sim a NATO também disse que não se ia expandir para as fronteiras russas! A Ucrânia ou se torna num estado neutro, ou então… Não sei como as lideranças ucranianas ainda não pediram as suas populações para abandonarem o território, deve ser para ficarem na fotografia com fome, congelados,estao mais preocupados ou em satisfazer os desejos dos usa em conquistarem os novos territórios da Federação Russa do que em protegerem as suas populações… Vivem de ficções, apoiados pelos mass media ocidentais, e o povo é que paga… É mais provável Kiev levar com o bomba atómica do que a Rússia deixar cair os novos territórios para as mãos dos Zellensky…
Já cá faltava um tarado anónimo, a babar-se de gozo com a antevisão da bomba atómica a destruir Kiev.
Deve ser o conceito de Natal que estas bestas cultivam.
Os putinescos, quando lhes cai a máscara hipócrita e se acoitam no anonimato, são mesmo assim.
Ainda bem para todos nós, Cuba ter preferido ser um estado soberano, livre e independente e não ser teimosa de aderir ao Pacto de Varsóvia instalando misseis em seu território.
Cuba, com o ditador Castro, foi sempre um estado vassalo do Pacto de Varsóvia, do primeiro ao último dia. Colónia de Moscovo, para onde exportou durante 30 anos quase todo o açúcar plantado e colhido com mão-de-obra quase escrava – incluindo, numa determinada fase, os estudantes do país, forçados a trabalhar nas plantações “colectivas” para açucarar o chá dos czares soviéticos.
Mas que raio de vassalagem e não cederam na instalação dos misseis?
Um nostálgico do Castro na noite de Natal. Em vez de estrela, deve pôr a foice e o martelo no cimo da árvore natalícia.
“Portugal sempre pertenceu à Espanha”
Diria o Anónimo da véspera de Natal.
Natal é quando o homem quiser.
O idiotismo é quando o idiota quiser.
Para o idiota, todos os dias são bons para o idiotismo.
Voce tem um problema com o facto de haver pessoas que pensam de forma diferente da sua, por isso vem sempre com a replica.
A sua opinião é uma, não tem mais autoridade do que a opinião de qualquer outra pessoa, lida mal com isso?
Quem lida mal com as opiniões dos outros é o teu querido Vladimir, o carniceiro de Moscovo. Prende, exila, tortura e mata quem pensa de maneira diferente dele.
Está na hora de desviar o foco de África, a qual não tem nada a ver connosco.
Está na hora de sermos solidários sem reservas com a Ucrânia violada e dilacerada pelo carniceiro do Kremlin. Com vergonhosas cumplicidades em Portugal.
Deve ser por ser Natal.
“….vergonhosas cumplicidades…”
Vergonhosas cumplicidades de fascistas e comunistas.
«O Principado de Kiev foi uma das entidades políticas mais importantes e influentes do leste da Europa no decorrer da Alta Idade Média»
Evito entrar neste tema. Ainda assim, e mesmo por alto, não é verdade o que diz. A parte ocidental da Ucrânia integrou o reino da Polónia. A Lituânia também teve ali parte. Com a partilha da Polónia Depois foi austríaca, pelo menos a Galícia, até 1918. Há também minorias húngara na Transcarpátia que, ao que leio, gostariam de voltar a ter Budapeste como capital. A Crimeia foi tártara, na dependência do Império Otomano, até finais do século XVIII, quando Catarina II conquistou a península. O resto, lá para o leste, teve a desdita de passar por ali uma horda, a Horda Dourada, se bem me recordo do nome, que deixou aquilo meio despovoado. Havia também por ali umas repúblicas cossacas, com tradições bem distintas das russas. Só a partir da segunda metade do século XVII é que os russos abancaram por ali e estabeleceram várias cidades.
Julgo que as expressões Pequena Rússia (Ucrânia) e Rússia Branca (Bielorrússia) sejam do século XIX.
o Principado não é Ucrânia actual
do mesmo modo que a Espanha, Alemanha, França, Itália …
altere o que transcrevi da Net e sobre sofismas recomendo Jeremy Bentham
Qual Principado?
Quanto aos três outros países, nada têm de comum no passado histórico com a Ucrânia.
Quanto a autores, há muitos, é só escolher o do agrado.
mais um avençado
Troll de Moscovo. Tresanda a putinesco.
La Rus de Kiev (en antiguo eslavo oriental: Кꙑ́ѥвьска Ру́сь; romanización: Kýievska Rus) fue una federación de tribus eslavas orientales desde finales del siglo ix hasta mediados del xiii, regida por la dinastía rúrika.12 Alcanzó su extensión máxima a mediados del siglo xi, cuando se extendía desde el mar Báltico en el norte hasta el mar Negro en el sur, y desde las cabeceras del Vístula en el oeste hasta la península de Tamán en el este,34 y abarcaba a la mayoría de las tribus eslavas orientales.1
La Rus de Kiev tiene sus orígenes en la fundación del Kanato de Rus y el surgimiento de la dinastía rúrika en 862. Sin embargo, fue durante el reinado del príncipe Oleg (r. 879-912), quien en el año 882 extendió su control de Nóvgorod al valle del río Dniéper, con el fin de proteger el comercio de las incursiones jázaras en el este, y trasladó su capital a la más estratégica Kiev, cuando se estableció el país.15 Sviatoslav I (?-972) llevó a cabo la primera gran expansión territorial de la Rus de Kiev. Vladimiro el Grande (980-1015) introdujo la Cristiandad en 988 con su propio bautismo y, por decreto, a todos los habitantes de Kiev y más allá.6 La Rus de Kiev alcanzó su mayor extensión bajo Yaroslav I (1019-1054); sus hijos prepararon y publicaron su primer código legal escrito, la Justicia de la Rus (Rússkaya Pravda), poco después de su muerte.7
El declive del Estado empezó a finales del siglo xi y durante el xii, cuando se desintegró en varios territorios rivales.8 Se debilitó aún más por factores económicos, tales como el cese de los lazos comerciales de la Rus con Bizancio debido a la decadencia de Constantinopla9 y la subsiguiente disminución de las rutas comerciales en su territorio. El Estado cayó finalmente con la invasión mongola de 1240.
Los actuales pueblos de Bielorrusia, Ucrania y Rusia, además de otros grupos étnicos eslavos, reivindican a la Rus de Kiev como el origen de su legado cultural.1
“Nada a haver”. Muito bem, por mim fica tudo dito.
Mais valia ele ter rabiscado essa bojarda em cirilico.
Um grande amigo meu de grande coração, chorou quando a Russia invadiu a Ucrânia. Que a guerra termine e que haja paz na terra entre os homens de boa vontade. Um Santo Natal.
Que esses votos se cumpram, Jorge. Para nós e para eles.
Putin alcançou a galeria dos grandes carniceiros da humanidade,tal como Hitler, Estaline ou Pol Pot.
Uma máquina de morte despojada de sentimentos, forjada nos escuros túneis do KGB.
Vai acabar como Hitler, Mussolini ou Ceausescu.
Se a Ucrânia fosse um país pobre de recursos naturais e não fosse um dos maiores produtores de cereais no mundo, putin nunca teria qualquer interesse no território ucraniano para além de lá colocar um clone de lukashenko. Essa conversa de merda de que se trata de uma questão de segurança nacional russa, é para consumo dos acéfalos russos e de outros, espalhados por aí. Não foi a NATO que se aproximou das fronteiras russas, foram as fronteiras russas que encolheram com a queda do império soviético. Os povos que nessas regiões viviam, escolheram um lado por sua própria vontade, e nesse processo não invadiram a federação russa nem se comprometeram em aniquilar um povo inteiro. Imagine-se – pretenderam apenas pensar diferente – sem que com isso se tenham transformado em assassinos, ou simplesmente, moralmente cúmplices do crime. Os idiotas que estão convencidos que o direito de ter um pensamento diferente lhes confere a legitimidade de defenderem a barbaridade criminosa, são apenas desprezíveis. Estão eles mais convencidos de que a NATO tem pretensões de invadir a federação russa, do que o próprio putin. Com certeza desconhecem que a principal ameaça à paz na Europa chama-se Kaliningrad, o exclave russo cravado no continente europeu onde as armas nucleares russas estão a poucos minutos de todas as capitais europeias. Para os camaradas do pensamento diferente, esta não é com certeza uma ameaça ao ocidente. Afinal de contas, o regime do Kremlin tem nas últimas duas décadas dado provas de pacifismo universal. Não invadiu ninguém, não iniciou nenhum tipo de agressão militar e tem-se comportado como um digno representante dos direitos humanos, da democracia pluralista e das leis internacionais. Já os nazis ucranianos…. e os planos de americanos, alemães, franceses e ingleses de bombardearam Moscovo, constituem uma ameaça latente a todos os russos. Putin ordenou a invasão da Ucrânia com apenas um objectivo: integrar a totalidade do território ucraniano na federação russa. Os campos de gás natural e os milhões de toneladas de cereais ucranianos são o saque de guerra do Kremlin. E se para isso tiverem que ser assassinados todos os ucranianos e russos que vivem na Ucrânia, que assim seja. Invadir, saquear, alargamento do território, colonização do mesmo e aumento do poder. São estes os objectivos de quem desencadeia uma guerra. A guerra na Ucrânia é isto mesmo e não mais do que isto. O resto é conversa.
João Guimarães, esta guerra tem de acabar e o mais provável é a Ucrânia ficar como está e perder a Crimeia.
Então só os russos é que têm interesses no zinco, gás e na imensidão dos campos agrícolas da Ucrânia?
Como é que vai ser pago os milhões avançados à Ucrânia? A Ucrânia vai devolver o armento que sobrar depois da guerra? E o armamento que se gastou?
Os EUA, Grã Bretanha e França estão bem colocados para as obras de reconstrução, pagas com que dinheiro?
Idem idem aspas aspas.
À guerra não ligueis meia,
Porque os grandes da terra,
Vendo a guerra em terra alheia,
Não querem que acabe a guerra!
António Aleixo.
Pois! Pois! Enquanto o fedor da merda não chegar na nossa porta, não há motivo para preocupações…
Mas aqui é, precisamente, o contrário: quem ainda não tem o cheiro à merda é que quer a guerra, como a nossa comunicação social, comandada pelos Milhazes e Rogeiros desta vida…..
Para os nossos ” guerreiros ” a guerra só deve acabar, quando não existir nenhum ucraniano.
A comunicação social lá na Rússia é que é boa…. é o livre pensamento…. vá lá dizer aos ucranianos p se renderem …. Com essa mentalidade o 1 de Dezembro de 1640 nem tinha acontecido … desligue a SIC e assine o pravda. Preso não vai ser com certeza, é pode beber chá à vontade….
Mas quem foi que lhe disse que há imprensa livre na Rússia? O Sr. deve viver os tempos da outra senhora: quem não é por mim é contra mim. Aliás, ao que parece, muito em voga nos defensores do ” democrata ” Zelensky. O tal que até proibiu os livros do Dostoievsky, Tolstoi, Pushkin. Imagine até a música do Tchaikovski, por serem russos e proibiu 14 (CATORZE ) partidos políticos antes da invasão russa.
Quanto ao Pravda: visite as nosssas Paróquias de Portugal e leia os boletins dos párocos e comparem, quem é mais livre….
Leu isso tudo no pravda ?
