Tem razão. Fazem falta muitos jornalistas. Pelo menos mais dez. Talvez prolongue a série. O problema é que chegamos hoje ao fim de Abril. E não dá muito jeito chamar aos próximos ‘jornalistas de Maio’.
Tive a oportunidade e o privilégio de o conhecer pessoalmente numa espécie de tertúlia báquica que se chamava “o jornal dos vinhos”. Fernando Assis Pacheco era uma “mente brilhante”, e estar com ele era sempre um grande prazer. Infelizmente, Deus privou-nos da sua companhia cedo demais.
Nada contra FAP, obviamente, mas (digo eu) Victor Cunha Rego faz falta nesta lista agora concluida (assim como outros).
Tem razão. Fazem falta muitos jornalistas. Pelo menos mais dez. Talvez prolongue a série. O problema é que chegamos hoje ao fim de Abril. E não dá muito jeito chamar aos próximos ‘jornalistas de Maio’.
Só se fosse Eduarda Maio, a do Menino de Ouro…
Tenho a certeza que Victor Cunha Rego concordaria consigo e não deixaria de acrescentar : “As coisas são o que são ” .
Pois. Uma frase que ele utilizava muito. Aliás, inspirado no general De Gaulle, que registou a patente.
Tive a oportunidade e o privilégio de o conhecer pessoalmente numa espécie de tertúlia báquica que se chamava “o jornal dos vinhos”. Fernando Assis Pacheco era uma “mente brilhante”, e estar com ele era sempre um grande prazer.
Infelizmente, Deus privou-nos da sua companhia cedo demais.
A avaliar pelo nome, e pelo “santo” padroeiro, devia ser uma bela tertúlia…