O Galambinha tem razão: aquele assunto do Freeport está completamente esclarecido.
7 comentários em “Desculpa lá, Sócrates.”
Já agora ouçamos as duas partes:
«”Nem a Senhora Directora do DCIAP, nem os magistrados titulares do processo requereram qualquer prorrogação de prazo ou invocaram a necessidade da realização de qualquer diligência”, revela Pinto Monteiro.»
E v. acha que a conversa dos procuradores que tinham a direcção do processo há 19 meses 19 faz algum sentido, quando nem sequer se queixam de não terem gozado de completa autonomia e quando até tiveram licença para andar em averiguações no estrangeiro?
Ouvi ontem o Mário Crespo, em entrevista ao Louçã, dizer que os Procuradores tinham querido interrogar Sócrates, mas que não conseguiram. A observação é desonesta, mas isso é próprio de quem a fez. O que me chocou foi o Louçã não se ter demarcado da insinuação.
Eu confio na Justiça. Se a Justiça diz que não há indícios para acusar José Sócrates, o assunto não tem mais discussão. Com esta decisão, Sócrates acaba de perder a última hipótese que lhe restava de ficar na história maior de Portugal: ter estado envolvido, enquanto governante, em processo de corrupção de dimensão relevante. Excluída essa oportunidade, o que resta? A de ser lembrado pela trampolineirice de uns projectos manhosos na Cova da Beira? A de ter obtido uma licenciatura domingueira que constituiu um primeiro ensaio do modelo de certificação de competências adquiridas ao longo da vida que veio a institucionalizar nas Novas Oportunidades? Promessas de oásis em campanha eleitoral quando a sede do deserto já apertava? Mediocridade, demagogia, clientelismo, tentativa de controlo da comunicação social, défice das contas pública? Bah !!! Outros o fizeram antes dele e outros o farão. Demos assim a importância devida a (mais) uma sábia decisão da nossa Justiça: a de remeter José Sócrates para o seu devido lugar. Nem mais nem menos que uma nota de rodapé num Manual relativamente obscuro salientando o Simplex como seu contributo mais relevante.
Já agora ouçamos as duas partes:
«”Nem a Senhora Directora do DCIAP, nem os magistrados titulares do processo requereram qualquer prorrogação de prazo ou invocaram a necessidade da realização de qualquer diligência”, revela Pinto Monteiro.»
E v. acha que a conversa dos procuradores que tinham a direcção do processo há 19 meses 19 faz algum sentido, quando nem sequer se queixam de não terem gozado de completa autonomia e quando até tiveram licença para andar em averiguações no estrangeiro?
Ouvi ontem o Mário Crespo, em entrevista ao Louçã, dizer que os Procuradores tinham querido interrogar Sócrates, mas que não conseguiram. A observação é desonesta, mas isso é próprio de quem a fez. O que me chocou foi o Louçã não se ter demarcado da insinuação.
Eu confio na Justiça. Se a Justiça diz que não há indícios para acusar José Sócrates, o assunto não tem mais discussão. Com esta decisão, Sócrates acaba de perder a última hipótese que lhe restava de ficar na história maior de Portugal: ter estado envolvido, enquanto governante, em processo de corrupção de dimensão relevante. Excluída essa oportunidade, o que resta? A de ser lembrado pela trampolineirice de uns projectos manhosos na Cova da Beira? A de ter obtido uma licenciatura domingueira que constituiu um primeiro ensaio do modelo de certificação de competências adquiridas ao longo da vida que veio a institucionalizar nas Novas Oportunidades? Promessas de oásis em campanha eleitoral quando a sede do deserto já apertava? Mediocridade, demagogia, clientelismo, tentativa de controlo da comunicação social, défice das contas pública? Bah !!! Outros o fizeram antes dele e outros o farão. Demos assim a importância devida a (mais) uma sábia decisão da nossa Justiça: a de remeter José Sócrates para o seu devido lugar. Nem mais nem menos que uma nota de rodapé num Manual relativamente obscuro salientando o Simplex como seu contributo mais relevante.
Eu confio na Justiça. Mas, pelo sim pelo não, a ASAE devia aferir a “Balança” da ceguinha…
Elencou, elencou…
Já ninguém sabe o verbo ‘arrolar’?
Cumpts.
Eheh…