Tá bem, pode ser o critério das quotas. Nós sabíamos que estas, as quotas, nada têm que ver com méritos. Aliás, a Teresa Ribeiro, ali abaixo, diz mesmo isso.
Fico com a sensação que a questão que subjaz nas quotas é a seguinte: Para quê méritos na política se também temos mulheres?
Assim, a maioria conclui que a ideia política é generalizar na sociedade o conceito que o importante não é o mérito, mas a política que se acama em torno dos diferentes grupos sociais públicos e privados.
Portanto, uma vez mais prevalece o conceito: é a mudança na continuidade.
A primeira coisa que me surgiu no caldo de parcos neurónios que habita a minha caixa craniana foi a questão dos subsídios de deslocação, residência, alimentação, etc.
Das restantes (coisas), nada mencionarei, que os portadores de caldo de parcos neurónios não costumam ir muito além de uma cousa, sendo que uma já seria meritório o suficiente para um busto de bronze na colecção do Pedro Correia, isto, quando ele iniciar um novo ciclo, desta feita dedicado à plebe/arraia miúda/piolheira/whatever 🙂
Houve um outro parágrafo do texto de 2019 que me chamou a atenção:
“Pedro Fonseca, que nas últimas legislativas, em 2015, foi o cabeça de lista do PAN pelo distrito, (…) procura agora salvaguardar um lugar elegível pelo Partido Socialista, no qual se filiou em 2016 e onde viria a protagonizar uma meteórica ascensão, desde a candidatura em número 2 na lista à Câmara em 2017 até à corrida para a presidência de federação, poucos meses depois, na qual se tornou líder dos socialistas do distrito.”
Regime (político, supõe-se ) ou Agência de Emprego? Partidos ou Quadrilhas? Mas o rebanho, abúlico , ruminante e contentinho, lá se vai encaminhando para o redil , bem enquadrado pelos rafeiros de diversa “plumagem”…
Só uma questão, qual a diferença entre o PS e o PSD?
Tá bem, pode ser o critério das quotas. Nós sabíamos que estas, as quotas, nada têm que ver com méritos.
Aliás, a Teresa Ribeiro, ali abaixo, diz mesmo isso.
Fico com a sensação que a questão que subjaz nas quotas é a seguinte: Para quê méritos na política se também temos mulheres?
Assim, a maioria conclui que a ideia política é generalizar na sociedade o conceito que o importante não é o mérito, mas a política que se acama em torno dos diferentes grupos sociais públicos e privados.
Portanto, uma vez mais prevalece o conceito: é a mudança na continuidade.
A primeira coisa que me surgiu no caldo de parcos neurónios que habita a minha caixa craniana foi a questão dos subsídios de deslocação, residência, alimentação, etc.
Das restantes (coisas), nada mencionarei, que os portadores de caldo de parcos neurónios não costumam ir muito além de uma cousa, sendo que uma já seria meritório o suficiente para um busto de bronze na colecção do Pedro Correia, isto, quando ele iniciar um novo ciclo, desta feita dedicado à plebe/arraia miúda/piolheira/whatever 🙂
Houve um outro parágrafo do texto de 2019 que me chamou a atenção:
“Pedro Fonseca, que nas últimas legislativas, em 2015, foi o cabeça de lista do PAN pelo distrito, (…) procura agora salvaguardar um lugar elegível pelo Partido Socialista, no qual se filiou em 2016 e onde viria a protagonizar uma meteórica ascensão, desde a candidatura em número 2 na lista à Câmara em 2017 até à corrida para a presidência de federação, poucos meses depois, na qual se tornou líder dos socialistas do distrito.”
Não percebo o problema – no futebol também não há época de transferências?
Regime (político, supõe-se ) ou Agência de Emprego?
Partidos ou Quadrilhas?
Mas o rebanho, abúlico , ruminante e contentinho, lá se vai encaminhando para o redil , bem enquadrado pelos rafeiros de diversa “plumagem”…
JSP