Para proclamados especialistas e outros menos especialistas, Sandra Bullock foi a mais mal vestida da noite dos Globos de Ouro.
Como sempre, porém, nem todos estão absolutamente de acordo, por muito que a maioria concordasse de nariz torcido.
Por mim, apenas concordo que já não há pachorra para vestuário feminino desta cor.
Quanto ao modelo, atendendo à silhueta, apenas acho o vestido muito (mesmo muito) descaído. Mas não em cima; descaído na parte de baixo, isso sim.

é transparente nas pernas. estilo cortina de nylon. feio.
E as pernas? Horríveis. As pernas em si são um dó…
Transparente, horríveis, estou cega, não vejo nada… Realmente a cor do vestido não diz bem com o vermelho da passadeira..;))
Não tem ponta por onde se lhe peque. Hehe…
A Sandra Bullock é uma das minhas embirrações de estimação, por isso acho que o vestido lhe fica lindamente…
E sem pernas? Mais lindamente ainda.
Acho que entendo essa embirração de estimação, embora não saiba explicá-la. Não há qualquer coisa nela de rapaz?
;))
De rapaz? Isso é que é…Dizer mal, pronto já disse;))
De rapaz não sei, mas acho-a má actriz. E não gosto dos filmes dela, deve ser isso também.
Também não gosto dela como actriz, Ana, de resto, ela não me diz nada, estava só a desconversar com o João:))
E o que ele gosta disso, Maria! 😉
Eu???
Nãããão…
Kideia!
:))))
eheheh, e vão duas! Sem falar na provação que foi ver este emplastro a contracenar com o Hugh Grant, ai, ai..
LOL. De acordo, Chloé!
Por mim, são dois emplastros Chloé…:))
Ariel , venha aos meus braços !!
E a Sandra coitadinha, como milhares de outras, ia vestida de Senhor dos Passos.
Tss Tss, João Carvalho… Como diria o outro: naughty, naughty 🙂
Eu não!!!
Não sei porquê mas essa cor só me lembra a Quaresma e os paramentos dos padres. Mas pior mesmo é ver essa cor em camisas e gravatas de homem. Essa cor teve todavia um condão, o de tornar mais evidente o mau gosto de algumas pessoas. Aquela velha máxima de Savile Row devia passar a ser: “A man never wears brown … or purple”
Acho que o Pedro gosta imenso desta cor de Quaresma…
Já cá não está quem falou
Eu também gosto da cor e só me irrita que esteja tanto na moda, porque já não posso vê-la!
Eu detesto a cor e detesto ainda mais vê-la multiplicada por aí. Sai-se à rua e só se vê malta vestida de roxo (incluindo as detestáveis gravatas roxas, como bem diz o Sérgio). Passa-se por uma montra e é tudo roxo. Mulheres de todas as idades e de todos os formatos viraram monocromáticas: o roxo é que está a dar.
Vou ali tomar uma pastilha contra o enjoo…
Hehe…
Tem razão João, ela tem de facto um ar arrapazado, agora que fala nisso…. e a fatiota é de fugir, e não é pela transparência, há transparências e transparências…
:))
Ora bem.
Uma surpresa constante, o meu amigo. Não o imaginava metrosexual militante.
Nem metrosexual, nem metrossexual. Nem metro. Só sexual…
Duas notícias a respeito de Sandra Bullock entre esta semana e a anterior: a sua presença nos Globos de Ouro – com vestido roxo e tudo – e a sua doação de 1 milhão de dólares aos Médicos Sem Fronteiras para apoio imediato às vítimas do terramoto no Haiti (para não falar do seu contributo continuado para outras causas). Mas falemos do que interessa e daquilo que certamente a define enquanto figura pública: a cor do vestido que levou aos Globos de Ouro. A liberdade de expressão é uma coisa maravilhosa, embora por vezes sofra ataques que nem o mais roxo dos vestidos seria capaz de infligir. Ainda falam de Cristianos Ronaldos e afins… São situações como esta que os criam, nas quais acções que vivificam a dignidade humana são ensombradas pela enfatização da menoridade em que é arrastada a condição humana no mundo moderno. Numa qualquer outra semana, este post passaria por uma vulgar, desinteressante e inócua conversa de café. Numa semana em que a figura que é objecto do post é notícia por motivos maiores, e num blogue que ainda há dias publicava posts sobre a natureza humana, percebe-se como a banalidade compassiva do politicamente correcto tem um prazo de validade curto, demasiado curto, e como as más consciências facilmente se pacificam servindo-se desse mesmo politicamente correcto, para logo esquecerem os motivos que estão na origem da sua alocução. Enfim… como Kundera tão bem descreveu em A Imortalidade, a nossa vida será sempre mais lembrada por um episódio pretensamente ridículo do que pelo nosso esforço de a tornar-mos significativa para nós e para os outros. Aquilo que não pode deixar de nos consolar é o carácter profundamente democrático do ridículo: todos – eu e todos vós – estão a ele sujeitos. E, para alguns, não basta mudar de vestido. Seria preciso mudar muito mais que isso.
Dei destaque à senhora e gracejei. É tudo. A sua achega destoa desta mera marginalidade. E só seria interessante se o seu nome (?) não fosse a sigla do Ministério Público. Mas não precisa de mudar isso; basta-lhe mudar de humor.
O nome é Miguel Pereira, e aposto que o facto de saber o meu nome mudou em tudo a situação. certamente será agora bem mais fácil encontrar-me algures por aí. Se facilitar a tarefa, posso também providenciar a minha identificação completa, com estado civil e tudo, para facilitar a vida de quem, mesmo falando na blogosfera com Antónios, Albertos e Joaquins , dificilmente saberá se fala, de facto, com Antónios, Albertos e Joaquins , ou com outra pessoa qualquer. O humor é como a liberdade de opinião: nem todos temos de ter a mesma, e somos livres de a exercer. No caso presente, não coincidimos, só isso. E limitei-me a chamar a atenção para uma coincidência, nada mais. Também ela é plena de humor, talvez de uma ironia que não seja o seu tipo preferido de humor, mas é um dos meus. Hélas ! Cpts , Miguel Pereira
Pois é que mudou mesmo. Se for aparecendo sempre com a sigla ou o nome que quiser, temos o hábito de fazer o que sempre fizemos: ir conhecendo quem frequenta esta casa, por associação de ideias e opiniões emitidas. Como vê, é simples e não é preciso saber se o nome é Miguel ou Manuel.
Quanto ao caso em apreço, está visto que temos diferentes sentidos de humor. O que não tem nada de especial. Apenas achei tremendamente especial tudo o que entendeu dizer sobre uma coisa tão simples e inconsequente que escrevi.
Um abraço.
Caro MP, é gritante a desproporção do seu comentário com o conteúdo deste post. Compara-o, ainda por cima, a um outro post assinado por mim (e por isso me sinto atingida, e por isso lhe respondo) em que se falava de temas mais pesados. Caso não tenha dado por isso, no Delito de Opinião cabem todos os temas e todas as formas de abordá-los. O que não cabe é esse moralismo descabido e farisaico com que nos acusa precisamente de… fariseus. O humor é tão essencial à vida como a reflexão mais séria, e pode até ser muito mais eficaz a passar uma mensagem. O que nem sequer é o caso, apesar de tudo. Este post é apenas uma brincadeira, necessária para descomprimirmos destes tempos de sufoco em que vivemos. Proponho que se deixe de sermões e mude de registo, já que acertou completamente ao lado. Ou então deixe de ler-nos, se não é capaz disso.
Nem mais, Ana. Acho que o MP vai reflectir.
Mais uma vez coincidimos, Ana. Na verdade, tal como V. diz, “o humor é tão essencial à vida como a reflexão mais séria, e pode até ser muito mais eficaz a passar uma mensagem.” Eu diria mesmo mais: …pode até ser muito mais eficaz a passar-nos uma ‘massagem’. Uma massagem pela alma, entenda-se. E quem não gosta de ter o seu ego afagado e a sua alma bem massajada por uma generosa dose de bom humor? Pelos vistos, há quem passe. Eu não, de certeza absoluta e ainda bem. 😉
É uma massagem que eu também não dispenso, Luís, a bem da minha sanidade mental.
🙂
João, cabe-me agradecer ao Miguel Pereira a informação da “doação” de Sandra Bullok aos “Médicos sem Fronteiras”, confesso que não sabia. A partir de agora, já, não direi – “ela não me diz nada”…Se, para mim, este post do João, pelo momento de descompressão (depois de tantos temas profundos e interessantes, diariamente, aqui publicados e debatidos) já tinha valido a pena – com a “informação” do MP , mais ainda, digo eu…
Agora, noutro “tom”, em dó ré si.)) – Só agora reparei, a Ana margarida tem razão o vestido é transparente.
A posição dos braços, talvez, por causa do sol – um lá e o outro à ré.
João, eu estou a fazer um “conserto” ao vestido – comecei por tingi-lo de outra cor – por não ter encontrado as colcheias – levantei a bainha com molas e colchetes. Neste momento falta-me um fá e um mi, para eu dar o trabalho como pronto. Se eu não encontrar – será mais uma obra inacabada;))
Qual inacabada, qual quê!? Eu próprio me dedicarei aos acabamentos…
João, desde já, agradeço-lhe…João desculpe-me não ter referido que foi a partir do seu “mote” – “As pernas em si são um dó…” – que eu me atrevi ao “conserto”;))
Devia ter sido um dó de peito, Maria, mas deixei-me descair e fiquei-me por um dó de pernas em si. Em si menor. Ou bemol? Nem sei. Hehe…
Ó João, eu cá acho o vestido muito subido… na parte de cima, isso sim.
Como eu escrevi, acho-o é muito descido na parte de baixo…