O que é que “o Emmanuel Macron português” deverá ser? Que caraterísticas deverá possuir? Sem se responder previamente a estas duas perguntas, não se pode determinar quem será esse personagem.
Comparação que ofende qualquer um de esses 4. Macron é, foi, só o “anti-LePen” disponível do momento.
Esses 4 são bons demais. Demasiado independentes em relação aos donos da bola. Sobretudo não são suficientemente servis, o que liminarmente os desqualifica no que respeita aos donos de esta dita “União Europeia”. Por cá seríam demasiado independentes em relação a Pêesses e Pêessesdes. Toda a pró-PS comunicação social, ridiculamente panfletária, tentaria destruir qualquer um deles antes, e depois, das eleições.
“Noticiariam” textos “fake”, sobre qualquer um deles, tal como o WaPo e NYT em relação a Trump. Absurda e consistentemente. E, mas, vendem…. Com dois dedos de testa e carácter a condizer meter-se na polítca partidária, como esta está constitucionalmente organizada, em Portugal ?. Duvido.
Ninguém. Portugal está cheio de políticos feios, sem graça e sem cabedal para mulheres maduras, quanto mais para um Povo que tem Nossa Senhora como rainha!
Pelo que vejo dos nomes estão a esquecer-se que Macron já perdeu a virgindade política quando foi ministro de Hollande, isto para dizer, portanto, há muitos nomes que circularam pontualmente pelos ministérios que poderiam ser apontados, não tem de ser necessariamente completo outsider. Eu apostava num Moedas, sem medos. Ah, de Moreiras está Portugal cheio, isto é, tudólogo-comentador-de-futebol-e-autarca.
Cristas avançou porque Melo não queria atravessar o deserto. O tipo não é parvo de todo. O CDS podia ser um partido marginal ao sistema mas tem pouca vontade de acabar com ele.
Mais a sério que a brincar assumo que o único português capaz de ser apoiado pelos diversos lados é António Barreto. Pena não ter menos trinta anos. Quanto ao que resta… sei lá… quiçá o Bernardino Soares… Sempre fez uma coligação com o PSD em Loures! Não estranharia coligações… à direita!
Que pena ! Jeitoso, político de truz, bom a incentivar a enfrentar e ultrapassar os mostrengos da vida… Então e mesmo “indisponível” não pode ser ? Há para aí tanto político mais do que morto que ainda não constatou o facto…
Só para contrariar escolhia o nosso Adolfo, uma das cabecinhas mais brilhantes que conheço. Portanto o meu Macron, em bom, seria Adolfo Mesquita Nunes!
O que é que “o Emmanuel Macron português” deverá ser? Que caraterísticas deverá possuir? Sem se responder previamente a estas duas perguntas, não se pode determinar quem será esse personagem.
Se não sabe responder, deixe estar. Outros responderão.
1 – Paulo Azevedo
2- Ricardo Arroja
3 – Horta Osório
4 – Rui Moreira
Ena, tantos!
Pedro, como especialista na matéria, diga-me o que vê?
Especialista em Macron? Nem por sombras.
Comparação que ofende qualquer um de esses 4.
Macron é, foi, só o “anti-LePen” disponível do momento.
Esses 4 são bons demais. Demasiado independentes em relação aos donos da bola.
Sobretudo não são suficientemente servis, o que liminarmente os desqualifica no que respeita aos donos de esta dita “União Europeia”.
Por cá seríam demasiado independentes em relação a Pêesses e Pêessesdes.
Toda a pró-PS comunicação social, ridiculamente panfletária, tentaria destruir qualquer um deles antes, e depois, das eleições.
“Noticiariam” textos “fake”, sobre qualquer um deles, tal como o WaPo e NYT em relação a Trump. Absurda e consistentemente. E, mas, vendem….
Com dois dedos de testa e carácter a condizer meter-se na polítca partidária, como esta está constitucionalmente organizada, em Portugal ?. Duvido.
Macron veio precisamente desarrumar a política partidária francesa. Desde que apareceu, nada ficou na mesma.
Ninguém. Portugal está cheio de políticos feios, sem graça e sem cabedal para mulheres maduras, quanto mais para um Povo que tem Nossa Senhora como rainha!
Ninguém?
Remeto para leitura do comentário anterior.
Foi o que disse. Tudo gente feia sem estaleca para uma mulher madura quanto mais um Povo maduro.
Se o problema é arranjar alguém maduro, há sempre o ex-ministro Poiares.
Ehn!
Não concordo. José Sócrates tem muuuiita pinta! 🙂
E tem domicílio em Paris, como o outro.
Ou então o Galamba, vestidinho à Macron, sem brinco … :b
Esse, ao que dizem, só veste fatos Zegna. Nem Maconde nem Macron.
Desconfio de Macron. Mas o Amor …
Lamur é fu.
Por muitos fatos que vista não consegue tapar as chinelas. Nem mesmo com umas calças à boca de sino do tamanho das do baixista dos Salada de Frutas.
Refiro-me a Galamba, evidentemente. Sócrates terá sempre os barracões que desenhou na Guarda no seu CV. Isto é só gente brilhante.
Mas na pantalha Narciso Galamba é imbatível. Pelo menos na forma como contempla a própria imagem, mirando-se todo o tempo no monitor de estúdio.
Paulo Azevedo
Já lidera.
Coincidência significativa. Juro que não vi o comentário do Esturjão Neubauten antes de enviar o meu.
Acredito. E adoro coincidências.
Eu.
Lamento, mas não reúne os requisitos.
Pelo que vejo dos nomes estão a esquecer-se que Macron já perdeu a virgindade política quando foi ministro de Hollande, isto para dizer, portanto, há muitos nomes que circularam pontualmente pelos ministérios que poderiam ser apontados, não tem de ser necessariamente completo outsider.
Eu apostava num Moedas, sem medos.
Ah, de Moreiras está Portugal cheio, isto é, tudólogo-comentador-de-futebol-e-autarca.
Pé e meio no futebol e meio pé na política não dá, parece-me. Macron não passou por aí.
Mas olhe que o Moedas é uma boa alternativa à minha pessoa.
Acredito. Este país bem precisa de Moedas.
Sem mais comentários, a minha opinião:
Assunção Cristas.
O melhor par de botas da política portuguesa.
Agora sem o anónimo “alapsado”;
A presunção das botas, tal e qual.
Pedro aposto consigo um Frome Cheese Platter em como o próximo líder do PP vai ser Nuno Melo…e irá ser outro tiro no pé….
Nuno Melo, conservador, não tem perfil para ser o Macron português.
Cristas avançou porque Melo não queria atravessar o deserto. O tipo não é parvo de todo. O CDS podia ser um partido marginal ao sistema mas tem pouca vontade de acabar com ele.
Mas era expectável que ele atravessasse o deserto. Reza a tradição que por lá sempre se encontra Leite e Mel(o).
E porque não uma Emmanuelle?!
Podia ser. Até em nome do reforço da transparência na política. Mas a Emmanuelle já faleceu.
Fernando Medina?
… Assumindo que ser casado com uma sexagenária não seja requisito.
Se ser casado com uma sexagenária fosse requisito, Ferro Rodrigues candidatava-se.
O Duck Duffy, Mário Centeno……
Duffy? Há dois anos chamavam-lhe Goofy.
Fernando Medina, o Macron português.
Macron ou micron?
Ahahah.
Mais a sério que a brincar assumo que o único português capaz de ser apoiado pelos diversos lados é António Barreto.
Pena não ter menos trinta anos.
Quanto ao que resta… sei lá… quiçá o Bernardino Soares… Sempre fez uma coligação com o PSD em Loures! Não estranharia coligações… à direita!
Hum… Olha que não, olha que não.
D. João II
Julgo que está indisponível, Dulce.
Que pena !
Jeitoso, político de truz, bom a incentivar a enfrentar e ultrapassar os mostrengos da vida…
Então e mesmo “indisponível” não pode ser ? Há para aí tanto político mais do que morto que ainda não constatou o facto…
Com a nossa tendência para a inovação, podemos inaugurar a governação ‘in absentia corporis’, Dulce. Até já tivemos um Governo que fez greve.
Assunção Esteves
Já esteve. Já não está.
Já está reformada, não pode ser.
Reformada e bem paga.
António Mota de Sousa Horta Osório
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3n io_Horta_Os%C3%B3rio
Destaca-se.
Henrique Neto, pela juventude e frescura de opiniões.
Neto já tem idade para ser avô.
Carlos Moedas. Agora a fazer um estágio como Comissário. Depois, se verá.
Charlie Coins, como é conhecido em Londres.
Aqui em Beja ( de onde é natural) por vezes é tratado por “moedinhas”.
Só para contrariar escolhia o nosso Adolfo, uma das cabecinhas mais brilhantes que conheço. Portanto o meu Macron, em bom, seria Adolfo Mesquita Nunes!
E lembras muito bem, Helena.