Como diria um amigo meu, agora faz-se tudo de qualquer maneira, é “meia-bola-e-força”, sem subtileza, sem classe, sem curar aos pormenores, seja no amor ou na política.
A leitura desta pequena notícia do Público, para além de revelar que Santana Lopes tinha 48 especialistas e que estes, os que lá estão agora, já vão em 51 especialistas contratados, só acrescenta uma nota: o que serviu aos antecessores para contornar a lei e foi criticado pelo Tribunal de Contas, também hoje lhes serve.
De dia para dia aumentam as parecenças. E as justificações.
