Depois venham queixar-se da fuga de cérebros


Rui Rocha,

Não me levem a mal, mas a verdade é que chegamos sempre à mesma conclusão: em Portugal há falta de oportunidades. Veja-se, para não irmos mais longe, o caso de José Sócrates. Vivesse ele no Brasil e a esta hora já tinha ido a ministro.

0 comentários em “Depois venham queixar-se da fuga de cérebros”

  1. osta encostou o país inteiro.

    Costa encostou primeiro Seguro, depois o PS depois Sócrates.

    Costa encostou Passos e Cavaco, depois PCP e BE.

    Já encostou Centeno e Caldeira Cabral à Bomba da gasolina que não largam a mangueira.

    Agora tem encostado em Belem o novo Presidente.

    1. Nunca esquecer que Costa faz tudo pela calada, como aquele imposto anual no Município de Lisboa que passou a ser pago, em 12 prestações, na conta da água, para depois criar outro, anual, no mesmo montante, com outro nome e, isto, é só um exemplo.

      Curiosamente, não tenho visto comentários, sobre uma notícia que passou, ontem, num telejornal nacional, talvez por ter sido o 1º da manhã e aproveitado a melhor altura, por ninguém estar bem acordado, mas o aviso do criador do SNS de que, este governo, ao tomar certas resoluções, está a colaborar na sua destruição, parece não ter interessado aos “defensores” dos cidadãos portugueses mas, certamente, será algo que interessará muito às seguradoras privadas porque, quantos mais subsistemas existirem, mais depressa será o fim do SNS.

      No fundo, não falando deste assunto, todos os Partidos acabam por comprovar, que só se interessam por aquilo que lhes convém, as suas próprias agendas e não, com aquilo com que “enchem a boca”… pelo “bem” do povo ou dos contribuintes (conforme ficar melhor no seu figurino).
      Quando o PSD se interessou em tentar acabar com um dos subsistemas, talvez soubesse que viria outro para desfazer, de preferência à socapa (à Costa), para, no fim, ficar sem as culpas porque, nesse campo, até terá preferência pelo sector privado.
      São aquelas pequenas (grandes) coisas que nos mostram que, por muito que “baralhem e deem cartas”, estão todos “cheios de boas intensões” mas, no final, quem se lixa, já nós sabemos…

      Das duas uma, ou temos um Estado mínimo em que não seja preciso cobrar tantos impostos ou se pagamos, para alguma coisa, terão de ser usados e, no mínimo, algo em proveito de Todos os cidadãos (dos que pagam ou não paguem impostos) mas, isto de um Estado, nunca ser “carne nem peixe” só servirá a quem?

      Quem não sabe, deveria procurar saber porque, os verdadeiros interessados, nem sequer moram cá… no entanto, por cá e noutros países, andam a fazer o mesmo e, têm muitos “criados” para lhes “levar a água ao seu moinho”.
      Seja por ignorância ou premeditadamente, nesta construção do Futuro a nível Global, por sinal muito negro, definitivamente, serão todos culpados mas, infelizmente, muitos só o irão descobrir demasiado tarde porque, nestes ciclos de Épocas das Consequências, acabarão por conseguir chegar à última… a de não retorno.

      Somando os 28% de portugueses sem acesso à net, mais outros tantos que se estão a “borrifar” para, nela, procurar informação, para além, daqueles que acreditam, piamente, no que lhes dão a “comer”, ficando, placidamente, a assistir a um “teatro”, de má qualidade, onde até os “artistas” batem palminhas a eles próprios… nem é preciso ser vidente…

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