Creio que foi o sorriso, o sorriso foi quem abriu a porta. Era um sorriso com muita luz lá dentro, apetecia entrar nele, tirar a roupa, ficar nu dentro daquele sorriso. Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
Eugénio de Andrade
Um comentário em “Delitos Poéticos (17)”
Gosto muito do Eugénio de Andrade e tenho um carinho especial por este pequeno grande poema. Só posso agradecer com um sorriso. 🙂 Antonieta
Gosto muito do Eugénio de Andrade e tenho um carinho especial por este pequeno grande poema.
Só posso agradecer com um sorriso.
🙂 Antonieta