O homem que teve de despedir cinco pessoas passou sete dias ao telefone. O objectivo era arranjar emprego aos seus ex-empregados. Conseguiu quatro entrevistas. Informou quatro dos empregados. Um respondeu que não estava disponível para ir a entrevistas por ter férias marcadas. O homem continua a ansiolíticos.
delitos ocasionais
Patrícia Reis,

Incrível o que contas.
Pois! Incrível é um bom adjectivo! Domingo lá estarei para o grande lançamento! Beijos querida
Combinado, minha linda. Vou gostar de ver-te lá. Beijos 🙂
Ana, tenho tanta, mas tanta pena de não poder ir! Mas vai ser um dia glorioso em todos os aspectos: quase 30 ‘ e um lançamento muito aguardado e especial. Fizeste muito bem em trocar a data.
Desejo que seja uma grande jornada, cheia de delituosos e a abarrotar de ‘cumpridores’ (e espero aquelas informações…. 🙂
Eu tenho uma ligação especial com essa obra: há uns anos recebi a versão anterior pelo correio sem nunca me teres visto “a fronha”… Assim se definem as pessoas, assim te defini 😉 Foi obra dupla.
É verdade, querida, mandei-te o livro em tempos e nem me lembrava já disso. A versão pobrezinha, que era a única que eu tinha nessa altura… 🙂 E tu mandaste-me o preciosíssimo livro de poemas do Manuel de Barros, que eu adoro! E a Patrícia, queridíssima também, mandou-me a biografia da Lispector. E a Ivone o livro dela, que é belíssimo. Os Delituosos gostam de trocar livros, está visto. 🙂
Também tenho pena que não venhas, mas deixa lá. Assim que passar o lançamento vou tratar de mais um almoço do Delito para nos encontrarmos todos. Já é tempo, e agora até temos sol para almoçar cá fora.
Na Administração Pública (onde, SIM, há despedimentos, dispensas, o que queiram chamar-lhe) é muito vulgar que NÃO seja o chefe máximo do serviço a participá-lo à vítima. Acho repugnante e de uma cobardia a toda a prova, porque se foi ele quem teve de escolher os descartáveis (ok, coitado, não lhe queria estar na pele) devia ter espinha suficiente para assumir.
Há dias soube de uma excepção honrosa: um director-geral combinou com o director de serviços que a este caberiam as participações aos que continuavam. E a ele (DG) as participações aos dispensados. Deveria ser normal. Mas não é… Costuma ser ao contrário. Inacreditável.