
Ana Lima: «Há algumas boas notícias: a primeira é que Portugal está no “Top Forty”; a segunda é que temos muitos amigos; a terceira é que, sem dúvida, o tempo por cá é bem melhor que na Dinamarca.»
João Carvalho: «Se este inesperado rei de Barcelos pode fazer o que anunciou ontem, o problema é apenas (!) de ética. Pergunto-me então se ele não andará a acumular funções de director da PSP. Não, porque esses ainda lá continuam todos? Em exercício e a receber? A sério? Nesse caso… Socorro! Há alguém que possa acudir a isto tudo?»
Rui Rocha: «Numa conferência de imprensa em que um político não admite um período de perguntas e respostas há dois tipos de incompreensão que convivem na mesma sala. Os jornalistas, lá no fundo, não percebem a razão pela qual continuam a comparecer a conferências de imprensa sem período de perguntas e respostas. O político, lá no fundo, não percebe a razão pela qual os jornalistas continuam a comparecer a conferências de imprensa sem período de perguntas e respostas.»
Teresa Ribeiro: «Antes de pôr “quem pode” a pagar a educação e a saúde, que tal começar por estabelecer um tecto para as vossas reformazinhas? E já agora deixar de as acumular? Hum? Em tempo de crise, nada como contribuirmos todos com boas ideias e esta, de facto, não podemos esquecer. Pela parte que me toca, vou-me empenhar nisso. É uma promessa.»
Eu: «Onde começa o artifício e termina a realidade? É irrelevante. A arte tanto imita a vida como a vida imita a arte: eis um princípio válido para todas as horas de todas as épocas em todas as cidades do mundo. Experimentem atravessar a Ponte Alexandre III à meia-noite na próxima vez que visitarem Paris. Daí pode resultar um filme ou um livro. Daí pode resultar um daqueles momentos mágicos que funcionam como fios que vão tecendo a eternidade.»
