
Cláudia Köver: «O PES (Programa de Emergência Social) foi por alguns apelidado como uma caminhada rumo ao “trabalho gratuito para desempregados” e como um incentivo à “distribuição de restos”, causando assim uma clara “divisão entre cidadãos de primeira e de segunda”. Mas, infelizmente, muitos portugueses são já obrigados a viver uma vida de segunda e os alegados “restos” são para muitos a sua primeira e única solução.»
Sérgio de Almeida Correia: «Em democracia, assinalar a diferença é bem mais importante do que a afirmação da unanimidade. Em particular quando em causa podem estar valores que prezamos e consideramos fundamentais.»
Eu: «Passo por ruas inteiras que são um autêntico pesadelo estético, com as fachadas dos prédios sistematicamente desfiguradas por marquises, essa triste instituição nacional – e lisboeta em particular. O que levará os nossos compatriotas a fechar as varandas neste país felizmente tão bafejado pelo sol?»

Até o Ronaldo gosta de Marquises!
É verdade. Tuguice mais tuga não há.