DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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Fernando Sousa: «O primeiro livro que folheei, não sei com que idade, foi um de pano – O Preto da Guiné. Quando tinha oito anos deram-me um de poemas, que li e reli, até que me escapou das mãos quando tomava banho. Lia de dia e de noite, com uma lanterna debaixo dos lençóis. Sonhei com Grichka e o seu Urso, andei na garupa do Cavaleiro Andante, acompanhei até aos últimos suspiros o Major Alvega e O Último dos Moicanos, emocionei-me com Beau Geste, de P. C. Wren, fui duende numa história de Selma Lagerloff. Desci ao centro da Terra com Júlio Verne. E, claro, fui o sexto companheiro dos Cinco, entre bolachas e limonadas – foi a única vez na vida que engordei.»

 

Eu: «Algumas das frases mais extraordinárias do cinema passaram à linguagem comum, o que é uma outra forma de confirmar a perenidade dos filmes. Lembramo-nos sem dificuldade de várias delas. Umas são simples interjeições, outras aludem a um nome próprio – e há também autênticas pérolas de sabedoria, algumas com carga irónica, outras bastante mais sérias.»

9 comentários em “DELITO há dez anos”

  1. “Go ahead, make my day “
    Era muito útil para engatar miúdas quando eu era jovem.
    Aprendi esta frase com o grande Clint.

  2. Am I pleased to see you or did I just put a canoe in my pocket? (tv)

    There’s no place like home.

    Life is like a box of chocolates.

    Do or do not. There is no try.

    What does marsellus wallace look like.

    We need a bigger boat.

    I’ll have what she’s having

    1. “Eu quase que nada não sei, mas desconfio de muita coisa”

      “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”

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