
Ana Margarida Craveiro: «O ar já é outro, mas algumas personagens ainda vivas persistem em chafurdar na imundície e mediocridade. Ana Gomes, com estas insinuações (não são declarações, são só a forma mais vil de boato), revestiu-se de indignidade e vergonha. Seria bom termos um pedido de desculpas, mas não tenho grandes esperanças em relação a tal. Fica só o incómodo por termos figuras públicas com responsabilidades relevantes – eurodeputada, diplomata – tão nojentinhas (perdoem a palavra).»
Cláudia Köver: «Todos nós sabemos que muito do que é a Alemanha de hoje e os seus hábitos peculiares já se propaga desde o tempo dos Habsburger. É por isso que, através do passado, poderemos melhor compreender algumas decisões históricas e até um pouco da actualidade germânica.»
Rui Rocha: «O discurso da derrota de José Sócrates foi 90% de transpiração e 10% de inspiração assistida. Por teleponto.»
Sérgio de Almeida Correia: «Um campanha sem cartazes e com pouco lixo é uma bênção. E a prova de que os eleitores não dependem do aparato para escolher. Seria bom que de futuro fossem todas assim. Poupavam os partidos, poupava o erário e ganhava o ambiente.»
Eu: «Muitos ‘analistas políticos’, em televisões e jornais, andaram semanas a falar em “diferença mínima”, em “equilíbrio”, em “taco a taco”. Usavam como critério exclusivo de avaliação as ‘sondagens’ que apontavam invariavelmente para um “empate técnico” entre o PS e o PSD. Alguns foram ao ponto de garantir que José Sócrates “ganhou” o debate com Passos Coelho. Parecia que falavam de um debate virtual – não daquele que aconteceu. Com a realidade a passar-lhes totalmente ao lado.»
