
João Carvalho: «Consta que a locomotiva estacionada este fim-de-semana à porta do Ministério das Obras Públicas tem despertado alguma curiosidade. O DO foi saber e está em condições de informar que a máquina e o respectivo vagão estão ali para carregar as peças do TGV na próxima segunda-feira e levá-las para longe, como já andamos a prever aqui há bué de tempo. É com este fim triste e inglório que acaba o TGV em kit encomendado pelos dois últimos ministros das Obras Públicas.»
José António Abreu: «Acho que quem gosta de livros gosta inevitavelmente de ver pessoas a ler. Eu, pelo menos, gosto.»
Leonor Barros: «Não sei se o psiquiatra que violou uma paciente no seu consultório aguentará tamanha pena. Dois meses, ouviram bem, dois meses de suspensão da actividade porque a violação ocorreu no seu consultório privado e não no de uma instituição pública. Assim sendo, o acto não é importante, importante é o local. Volta Strauss-Kahn que estás perdoado.»
Rui Rocha: «Na época dos outdoors, que parece agora ultrapassada, o que deviam os eleitores fazer no sábado véspera de eleições? Fechar os olhos para não verem o apelo ao voto colocado na berma da estrada? Da mesma forma que, na verdade, a pré-campanha não o é, pois que a campanha começa muito antes do seu início formal, também se prolonga para lá da última sexta-feira antes das eleições. É assim, goste-se ou não. Para quê, então, e em nome de que paternalismo, o dia de reflexão?»
Eu: «O que terá acontecido a Teixeira dos Santos?»
