
Ana Vidal: «Michael Jackson não era só aquela aberração estética que todos conhecemos. Não era só o eterno protagonista de atitudes polémicas, chocantes até, que o transformaram numa espécie de freak show ambulante. Não era só uma patética encarnação de Peter Pan. Era também um dançarino único e um músico cheio de talento.»
Cristina Ferreira de Almeida: «Como fugir ao cliché? O homem era genial.»
J. M. Coutinho Ribeiro: «Havia quem não gostasse de Sócrates, porque era um «animal feroz». E havia quem gostava de Sócrates, porque ele era um «animal feroz». Ao mudar de figurino, arrisca-se a que os não gostavam dele continuem a não gostar – a mudança cheira a falso -, e os que gostavam começam a deixar de gostar – desiludidos. Costuma ser este o fim dos políticos de plástico.»
João Carvalho: «Ao anunciar hoje que o Governo vai vetar o negócio da compra da TVI pela PT, o primeiro-ministro desdiz o que tinha dito ontem: que o governo não estava informado sobre aquele negócio e que nem tinha de estar. Ainda escaldado com o episódio caricato da véspera sobre o recente arguido do caso Freeport e o ministro da Agricultura, José Sócrates volta a ficar mal na fotografia.»
José Gomes André: «A confirmar-se esta notícia, o primeiro-ministro mentiu descaradamente na Assembleia da República. Não sou de me exaltar com facilidade, mas tal ocorrência parece-me ser de uma extrema gravidade.»
