
João Carvalho: «Plastificado recentemente, Sócrates julga-se reinventado. A versão de plástico é tão exagerada que não convence. Seguir-se-á o regresso ao passado, inevitavelmente. É como a Lili. Cada vez que reaparece com nova plástica, ninguém acredita que tenha ressuscitado. Umas semanas e alguns raios de sol depois, a coisa começa a estalar.»
Paulo Gorjão: «Um partido que não consegue acomodar as suas sensibilidades internas dá algumas garantias de o conseguir a nível parlamentar e nacional? Não é por nada, mas recordo que uma das linhas de argumentação contra José Sócrates era a sua intolerância. Pelos vistos, não é o único.»
Teresa Ribeiro: «É este o segredo e a beleza de Pranzo di Ferragosto. O parco investimento de Gianni di Gregorio, argumentista de carreira, nesta sua inusitada estreia como realizador teve um retorno que ultrapassou todas as suas expectativas.»
