
Ana Paula Fitas: «No que se refere a matéria de costumes, o respeito pelos Direitos Humanos e pela diversidade cultural não se adequa à legitimidade do uso do véu islâmico sob pena de todos os costumes serem admissíveis (ad absurdum, praticar nudismo no local de trabalho por quem defenda o naturalismo in extremis recorrendo a justificações filosófico-ecológicas). Por outro lado, no que se refere a matéria de direitos, liberdades e garantias, a proibição do véu islâmico não decorre de ilegítimas interferências nas liberdades fundamentais dos cidadãos, religiosa, individual ou de expressão.»
Leonor Barros: «Foi aprovado hoje na Assembleia o corte em 5% aos salários dos assessores de gabinete, governadores civis e autarcas. Contudo, como gosto desta adversativa, com o voto contra do Partido Socialista. O que ainda me surpreende é a total ausência de pudor da bancada socialista. Não aprendem, nem têm vergonha.»
Sérgio de Almeida Correia: «O estado a que chegou o grupo Alicoop, a insolvência dos supermercados Alisuper e o que se passou com a Fábrica do Inglês e o Museu da Cortiça, só têm uma justificação. Chama-se má gestão. E quando ela acontece o Estado não tem que vir em seu auxílio, devendo antes promover que os responsáveis pela calamidade se dediquem a qualquer outra actividade onde possam apresentar resultados e façam menos mal ao mercado e à sociedade.»

sob pena de todos os costumes serem admissíveis
Mas todos os costumes devem ser admissíveis, dentro de barreiras bastante gerais!
O nudismo é proibido. Mas as mais diversas vestimentas são permitidas – e, em especial para as mulheres, há mesmo muitíssimas formas de vestir que se observam! Uma mulher tanto pode tapar as pernas com uma saia como com um vestido, calças ou calções, e em todas essas versões pode optar por mais comprido ou mais curto. Da mesma forma, pode tapar a cabeça com um chapéu, um boné ou um véu, uns óculos escuros ou uma bandolete, ou sem nada. Qual é o problema?