
Adolfo Mesquita Nunes: «O que é isso de interesse nacional? Quem o define? O governo? Um ministro? O interesse nacional varia então de ministro para ministro ou de governo para governo? Podem existir interpretações diversas sobre o que é o interesse nacional? E se sim, podemos então falar de um único interesse nacional? Pode alguém saber ao certo, e por todos, qual é o interesse nacional?»
Ana Cláudia Vicente: «No adeus português à competição em curso não podemos deixar de indicar este revigorante elixir, oriundo do extremo oeste ibérico. De extracção duriense, o mesmo combina de forma harmoniosa virtualidades atlânticas e meridionais, sendo particularmente indicado em situações de lacrimejamento inflamado, como as ontem acusadas por considerável parte da população nacional.»
Ana Vidal: «- Bom dia, é do Zezé World? Quero inscrever-me naquele curso de 15 dias grátis, de Kamasutra, com o vosso novo professor Zezé Littlebed.
– Não, não, espere aí… está a falar para o Wall Street Institute.
– E não é a mesma coisa?
– Não. Aqui só se ensina inglês.
– Só inglês?? Olhe, fique sabendo que vou queixar-me à DECO, por publicidade enganosa!»
André Couto: «Não sei se Sarah Palin colocou implantes, ou se Sarah Palin não colocou implantes. Sinceramente isso nem me interessa muito. Interessante, interessante, é imaginar esta discussão a surgir em Portugal, com figuras portuguesas, no rescaldo das pretéritas legislativas de 2009… Que pagode seria!»
Leonor Barros: «Não é só o futebolês, essa linguagem única, cheia de prognósticos depois do jogo ou quadrados que se fazem com três. O que me inquieta neste desporto que há quem diga rei, não é apenas isso, porque como se sabe sou uma republicana empedernida e sou contra cargos que não sejam eleitos por essa massa desalmada chamada povo.»
Eu: «Adoro ouvir falar futebolês na televisão. Adoro aqueles neologismos muito giros debitados pelos locutores do desporto-rei. Adoro o léxico muito típico de quem tem por missão relatar jogos de futebol no pequeno ecrã. É um idioma tão moldável que até podemos falar futebolês sem estarmos propriamente a falar de futebol.»

Nunca entendi muito bem o interesse nacional excepto quando, em nome deste, se ceifa a propriedade individual.
Ex: um indivíduo compra uma quinta para TR. Endivida-se. Cumpre as suas obrigações e os seus sonhos. Passado 5 anos, em nome do interesse nacional, o Estado decide que no meio da propriedade terá de fazer passar auto estrada.
E pronto. O resto são pevides
Mesquita Nunes, o interesse nacional pode ser algo de importante feito para o país tanto pela esquerda ou pela direita?