
Ana Cláudia Vicente: «Do campo terapêutico oriental destacamos o composto que se segue, e que ainda há poucas horas pôde ser observado. No banco.»
Leonor Barros: «Fui só eu ou mais alguém viu que Isabel Alçada foi em visita oficial a Timor a propósito das comemorações do 10 de Junho, levou Ana Maria Magalhães, aproveitou para promover os seus livros e ainda para recolher elementos para um próximo volume?»
Eu: «Estes documentos confirmam também o talento literário do militar que foi político [Charles de Gaulle] mas preferia ter sido escritor, redigiu poesia e chegou até a concluir um romance, nunca editado. A sua vasta biblioteca pessoal, na mansão de Colombey-les-Deus-Églises, tinha mais livros de ficção do que de História – com autores como Hemingway, Aragon, Camus, Buzzati e Kipling. Manteve amizade e correspondência com autores tão diversos como Mauriac, Claudel e Cocteau. Malraux foi seu ministro da Cultura. E mesmo quando ocupou o Palácio do Eliseu, entre 1958 e 1969, gabava-se de ler em média três livros por semana. “Foi o último grande escritor de França”, não hesita em assinalar o editor Jean-Luc Barré à L’ Express. De que homens de Estado – do estado a que a Europa chegou – se poderá hoje dizer o mesmo?
