
Coutinho Ribeiro: «Será que este resultado das “europeias” é o fim do socratismo? Respondo: Não sei. Mas sei que se o PSD não tivesse vencido, o fim do socratismo não estaria para breve. Agora tudo é possível. Foi a pensar que seria esse o sentimento de muitos portugueses, que não hesitei em vaticinar – antes do fim do jogo… – a vitória de Paulo Rangel.»
Eu: «Encerrado no seu pequeno reino de yes men, preocupado quase em exclusivo com acções de propaganda, José Sócrates terá sido o último a perceber os indícios de mudança. Só mesmo ele poderá espantar-se com este divórcio entre o PS e os eleitores. Há quatro anos vivíamos melhor.»
