
João Carvalho: «Fui contactado por um velho amigo ligado ao Movimento Pró-Partido do Norte. Regionalização racional, estruturas de custo mínimo, redução implícita dos custos da política central, sensibilidades distintas em torno de uma causa, assembleia a mudar ciclicamente de cidade e não instalada no Porto nem em permanência na mesma terra, extinção dos governos civis, etc. — tudo com pouca gente ligada aos partidos e com muita gente que hoje não se revê neles. Gostei. Vou aproximar-me. Fazem falta grandes causas e esta pode ser uma. Antes que seja tarde e o centralismo cego encerre este país.»
Teresa Ribeiro: «No Relatório da Transparência Internacional sobre 2009, divulgado em Novembro, Portugal caiu três posições no ranking da corrupção. Meses antes o presidente do Observatório da Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo acusava, aos microfones da rádio, os partidos políticos de bloquearem intencionalmente a criação de leis eficazes contra a corrupção.»
