
José Gomes André: «Estou preocupado com a minha geração de investigadores. Muitos marxistas, neomarxistas, trotskistas, “revolucionários”. Muita gente a falar de “capital”, “Estado”, “classes”, “massas”, “igualdade”. Quase ninguém mencionou a expressão “liberdades individuais”. Notei igualmente a ausência de termos como “cidadania”, “direitos pessoais”, “empreendedorismo”.»
Teresa Ribeiro: «Agora como nos próximos actos eleitorais, a vitória será da inércia. Um traço comportamental bem característico dos deprimidos. Recorde-se que os portugueses já foram devidamente contemplados com o ilustre título de povo mais deprimido da UE…»
Eu: «No momento de votar as pessoas não elegem cabeças de lista: pronunciam-se sobre lideranças partidárias. Por outras palavras: estas europeias destinam-se fundamentalmente a julgar quatro anos de governo e quatro anos de oposição. Tão só. E já é muito.»
