
Ana Vidal: «Parabéns ao magnífico João Garcia pela chegada ao cume do Annapurna, a última das 14 montanhas com mais de 8.000 metros (os chamados “tectos do mundo”) que lhe faltava conquistar. E em condições especialmente adversas, para quem já pagou um preço pessoal altíssimo pela determinação indomável. A proeza não é para todos. Aliás, é para muito poucos. Mas tenho pena de que o ADN dos portugueses não seja um bocadinho mais parecido com o deste homem que é, ainda por cima, de uma simplicidade e simpatia desarmantes.»
João Campos: «Não consigo – ou não acho correcto – separar Terminator de Terminator 2: Judgement Day, pelo que os coloco “empatados”. O primeiro narra a história do Exterminador (Arnold Schwarzenegger no seu melhor papel?) enviado pela inteligência artificial do futuro para eliminar Sarah Connor, que daria à luz o futuro líder da resistência humana; o segundo segue as pisadas do Exterminador, desta vez enviado do futuro pelo próprio John Connor para se proteger a si mesmo, em adolescente, de um Exterminador mais avançado (um inesquecível Robert Patrick). Ficam ambos para a história do cinema entre os mais memoráveis filmes tanto de ficção científica como de acção. E, claro, com algumas das mais memoráveis deixas cinematográficas dos últimos trinta anos. Quanto a mim, I’ll be back.»
João Carvalho: «Quando Manuela Ferreira Leite era líder do PSD e se deslocou em visita partidária ao PSD/Madeira, foi ver “cair o Carmo e a Trindade” por ter apanhado uma boleia de Alberto João Jardim em automóvel oficial. Amanhã, a confirmar-se que José Sócrates voará num Falcon para o encerramento do congresso regional do PS/Açores que está a decorrer, será interessante ver o que irá cair.»
Eu: «Os jornais catalães que aqui vou lendo, como El Periódico, dedicam sucessivas manchetes ao assunto. Uma delas com um título muito bem conseguido: “Jaque a Matas”. No mesmo jornal, Jordi Nieva Ferroll – professor de Direito Processual da Universidade de Barcelona – alerta: as autoridades que investigam crimes em Espanha recorrem excessivamente às escutas telefónicas, existindo por outro lado um preocupante “vazio legal” no acesso da polícia a mensagens de correio electrónico. Vivemos numa época em que “vale tudo” em matéria de violação da privacidade, sublinha o professor. Que acentua: “Um estado totalitário é aquele em que a privacidade dos cidadãos desaparece.” Isto faz-vos lembrar alguma coisa?»

De João Garcia recordo-me de uma recente entrevista :
“Quem pergunta o que se sente quando se está numa montanha jamais irá perceber a resposta.”
Tem uma Escola de Montanhismo /Alipinismo e Escalada em Lisboa
https://desnivel.pt/
Excelente frase. Quase tudo dito em tão poucas palavras.