
Adolfo Mesquita Nunes: «No pé em que as coisas estão neste momento, uma vitória de Cavaco Silva é já uma derrota para José Sócrates, pelo que o Primeiro-Ministro terá de empreender esforços e tempo e disponibilidade para o combate eleitoral presidencial. Tudo o que o país não precisava.»
João Campos: «Apresento-me: o meu nome é João Campos, e sou alentejano de gema, apesar de viver em Lisboa. Até ao presente, tenho comentado por aqui como “john” – por nada de especial, João é um nome comum e a maior parte dos meus amigos evita confusões com a tradução possível para o inglês. Enfim, hábitos. Para os delitos diários fica mesmo o meu nome.»
João Carvalho: «”Que perfeito coração… no meu peito bateria”… É quando a bateria e toda a acústica electrónica ficam a martelar-me os miolos. Há canções em que não se devia mexer. Não, não sou um purista do fado. Nem sequer sou um apreciador do fado. Mas há canções em que não se devia mexer. Até para não serem estafadas. E não me estafarem mais.»
Teresa Ribeiro: «Não entendo por que casamentos de natureza diferente não hão-de ter enquadramentos legais diferentes. Já me pronunciei aqui sobre o casamento e a adopção gay, por isso não me vou repetir. Faltou-me, porém, dizer que considero que a adopção não pode nem deve ser considerada uma consequência natural do casamento gay. Porquê? Porque não é.»
Eu: «Um mundo de contrastes, onde a liberdade se restringe ao que as bem-pensâncias do momento decretam ao sabor das modas. Um mundo permissivo por um lado e sedento de proibições por outro. Um mundo cheio de indignações à la carte, que lança anátemas concretos a crucifixos e minaretes enquanto glorifica em abstracto o “direito à diferença”. Um mundo que entoa hinos à liberdade individual enquanto delega cada vez mais poder aos estados para restringir a reserva de intimidade em nome do combate ao terrorismo.»

https://youtu.be/idWxmZt0Xfo
Grande música