
Adolfo Mesquita Nunes: «Não me parece essencial que um deputado tenha um blogue não institucional, embora me agrade a ideia de que tenha. Já me causa mais estranheza, isso sim, que deputados que o não tenham, por falta de tempo ou de jeito ou de gosto ou de disciplina, adiram com tanta facilidade ao twitter, onde comunicam em meia dúzia de caracteres que rapidamente se esfumam, e ao facebook, onde em meia dúzia de caracteres que se esfumam ao segundo comunicam o que pensam.»
Ana Vidal: «A RTP 2 tinha hoje à tarde, a apresentar as notícias, uma pivot quase completamente afónica. Dificilmente se percebia o que dizia, e tive mesmo de subir o som para conseguir ouvir alguma coisa. Nunca tal tinha visto, e a situação chegaria a ser cómica se não fosse tão confrangedor o visível esforço que a pobre jornalista fazia para falar. Sinais da crise? Se era essa a razão, aposto que não foi grande a poupança: o tratamento e repouso daquelas cordas vocais esticadas ao limite vão sair mais caros do que uma ou duas horas de uma substituta, pagas a recibo verde.»
João Carvalho: «Há quem diga que os casamentos homossexuais são diferentes e que não deviam ser tratados como iguais. Estive a meditar. Esqueçam isso. Um casamento homossexual é o mais igual de todos. Desde logo no sexo dos cônjuges. Os outros é que são diferentes.»

Se casamento é para acasalar, o casamento entre homossexuais não pode ser para haver uma união de um casal para a procriação.
Ah!!, e as mulheres ou homens esteireis que não podem gerar filhos?
’tá bem, mas só souberam depois do normal truca-truca.