
Ana Vidal: «Pergunta legítima: se este homem não estava a usar linguagem gestual reconhecidamente útil, se não planeou a extraordinária proximidade com a maior concentração de líderes mundiais da actualidade para perpetrar nenhum crime, se não era um fã enlouquecido de famosos a aproveitar uma oportunidade única para sacar autógrafos, se nem sequer aproveitou o microfone para cantar ou fazer reivindicações, o que estava esta alma a fazer ali?????»
Eu: «Aquela espécie de superstição que começava a apoderar-se de mim tinha alguma razão de ser: que jornalista gostaria de arrastar um peso desses na consciência?»
