
Adolfo Mesquita Nunes: «É verdadeiramente extraordinário que os que ponderam ponderar candidatar-se a presidente do PSD continuem sem explicar ao certo ao que é que vêm e o que é que correu mal nestes últimos anos no partido e prefiram análises estratégicas e não programáticas.»
Ana Vidal: «Fico, uma vez mais, “agarrada” ao filme A Raiz do Medo, que já vi e revi mais do que uma vez. Há filmes que nos marcam indelevelmente, este é um dos meus: fez-me descobrir uma paixão irredutível por Edward Norton, um dos mais geniais actores de sempre, na minha modesta opinião. E até me fez reconciliar, de certa forma, com Richard Gere, actor com quem sempre embirrei e que nunca tinha respeitado como tal. Dizer que o argumento é excelente e que nos traz ensinamentos preciosos, ou que o momento em que o Barco Negro (na voz da Dulce Pontes) nos afaga os tímpanos portugueses, é apenas acrescentar cerejas ao topo de um bolo já de si irresistível.»
João Carvalho: «Digam-me lá se isto não é uma parvoíce. Eleger o coitado do Smart original como o pior carro da década, só mesmo do outro lado do Atlântico. Afinal, para os europeus, o único defeito dele é ser caro para carro de bolso.»
Paulo Gorjão: «As opiniões mudaram muito entre 2005 e 2009. Trata-se apenas de uma pequena amostra. Aposto que se fosse consultar os jornais da altura de forma mais atenta e sistematizada encontrava muito mais. Todos somos reféns das nossas circunstâncias. É a vida.»
Sérgio de Almeida Correia: «O inesperado apoio (e daí talvez não) de Carvalho da Silva a António Costa na corrida à Câmara de Lisboa, para além do próprio apoio em si, pode significar algo mais. Militante comunista, líder de uma importante força sindical, inteligente, simpático e capaz de congregar apoios fora das baias do PCP, Carvalho da Silva veio dizer que o voto útil em Lisboa não é em Ruben de Carvalho e na CDU.»
Teresa Ribeiro: «Limpam pelas frentes como mulheres a dias incompetentes que querem mostrar serviço com um mínimo de esforço: arruamentos, canteiros de jardins, tudo o que salta à vista na via pública e é de rápida solução anda num virote. Até domingo. Nesse dia hão-de vir, de mão estendida, para receber.»
