
Helena Sacadura Cabral: «Um tanguinho mais para esquecer o OE de 2014. Ou antes, para fugir do dito, como fazem os bailarinos. Eu sei que é dificílimo, mas são uns minutos deliciosos!»
João André: «Quase ninguém trabalha hoje em dia as 40 horas semanais que tem de cumprir. Seja no público ou no privado. Quase toda a gente fica mais tempo no trabalho. Com o esticar da semana de trabalho para 7 dias, Soares dos Santos acabaria por ter gente a trabalhar mais tempo por menos dinheiro. Durante a semana isso não é prático já que os trabalhadores são uns chatos e dizem que têm que ir buscar os filhos, fazer compras, arrumar a casa, etc. Assim, em vez de trabalharem umas 10 a 12 horas por dia e 5 dias por semana (sendo pagos 7 ou 8 horas), acabam a trabalhar as tais 7 ou 8 horas por dia, mas 7 dias por semana. Genial, não?»
José Maria Gui Pimentel: «La cultura – Todo lo que hay que saber, de Dietrich Schwanitz, polémico professor universitário alemão, é o livro que agora estou a ler. Tem, aliás, uma história engraçada nas minhas mãos, visto que o tentei ler pela primeira vez quando tinha 15 anos, com muita boa vontade mas pouco sucesso. Estamos agora a ajustar contas e, para já, recomendo.»
Patrícia Reis: «Eventualmente, ele mandará o curso às urtigas e tudo bem. Pelo menos para mim. Para ele, o caso é diferente. Quer mesmo fazer uma licenciatura e depois um mestrado e um doutoramento, já que pode dar aulas a seguir. É o plano. Dele. Mas o copo partiu-se e ele não cabe na lata. O que faz uma mãe? Não faço a mais pequena ideia.»
