
Ana Vidal: «Caro presidente Obama, Sei que é um homem muito ocupado, não lhe tomo muito tempo. Venho apenas lembrá-lo de que tem em casa um Nobel da Paz. Mais: um prémio que lhe foi atribuído por antecipação, antes de qualquer obra de vulto que o justificasse. Ou seja, um inédito voto de confiança no seu carácter e na sua capacidade de promover a paz no mundo, que o sentou directamente ao lado de pessoas como Nelson Mandela e Madre Teresa de Calcutá. Tem agora uma excelente ocasião para provar que mereceu essa honra. Espero, sinceramente, que não a desperdice.»
Teresa Ribeiro: «Faz parte. Durante a época dos incêndios o governo anuncia medidas. Nas palavras do presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses estas já “têm barbas e cabelos brancos”, mas se fossem aplicadas, fariam a diferença. Para o ano cá estaremos para ver os progressos.»
Eu: «Tenho centenas [de discos], nem sei bem quantos, mas jamais esqueço um só deles mesmo quando estou anos sem o tocar. Um dos que já escutei mais vezes — arriscaria até elegê-lo campeão das audições cá em casa — é The Cole Porter Songbook, o duplo disco que uma Ella Fitzgerald em estado de graça gravou em Fevereiro e Março de 1956, nos estúdios da Capitol, em Los Angeles. Assim nasceu um tesouro da música de todos os tempos — mil vezes imitado, mil vezes saído vitorioso de todas as comparações que alguém possa fazer com algum trabalho do mesmo género, de que foi ilustre precursor.»
