
Helena Sacadura Cabral: «”Abençoada mãe que deu à luz esta filha”; ” Boneca, és colírio para os meus olhos”; “Querida, se não fosse casado, casava-me já contigo.” Aqui ficam três exemplos de piropos, muito do meu tempo, com que o BE pretende acabar, sabe-se lá bem porquê. É claro que há muitos outros jocosos e até ordinários, que dependem do grau de instrução de quem os profere. Mas, por norma, são uma explosão natural de apreço que elogia mais do que ofende.»
Joana Nave: «Hoje em dia, as reivindicações da juventude são vistas como mais do mesmo e consideradas até pouco significativas face à herança passada, mas todos sabemos que do debate de ideias surgem ventos de mudança e, se calarmos o que nos oprime o peito, morreremos sufocados sem ao menos exprimir um sopro de descontentamento.»
Teresa Ribeiro: «Ter sucesso quando se nasce desejado, se cresce amado, numa família próspera, feliz e bem relacionada não é uma qualidade, é uma obrigação.»

Ter sucesso […] é uma obrigação.
Disparate. Todas as pessoas são diferentes, e ninguém é obrigado a ter sucesso. Muitas pessoas são incapazes de o ter. Não as devemos condenar por isso.
Interpretou mal o que quis dizer. A Cristina Torrão, captou a ideia. Se ler o comentário dela, acho que percebe onde quis chegar.
Muito bem, Teresa!
Sabe que me irrita muito, quando as pessoas se gabam de ter tido uma excelente família, com posses e influências para os ajudarem? Deviam estar agradecidos, sim, conscientes da sorte que tiveram, mas não se servirem disso para se auto-elogiarem.
Quanto me irrita isso também, Cristina!