DELITO há dez anos


Pedro Correia,

21523202_SMAuI.jpeg

 

Ana Vidal: «Antes que chovam as críticas e reclamações que sempre acompanham todas as mudanças, informamos que o layout do DELITO sofreu algumas alterações para que a leitura do blogue se torne mais confortável em dispositivos móveis. Razões tecnológicas, portanto, sugeridas pelo sempre atento e prestável Pedro Neves, do Sapo. Esperamos que os nossos leitores se adaptem sem grandes percalços a esta remodelação necessária, e que o governo ponha os olhos neste exemplo de rapidez e determinação.»

 

Fernando Sousa: «Quem apesar das contingências destes tempos difíceis mantém algum amor pela profissão de jornalista não pôde esta manhã deixar de ficar ora branco de espanto ora vermelho de raiva com a manchete do Jornal de Notícias. Por vergonha, uma imensa vergonha, nem a reproduzo. O leitor pode no entanto espreitá-la aqui. O JN tem na sua redacção (ainda) grandes profissionais, amantes do rigor e inimigos figadais da ambiguidade barata. Não foi seguramente nenhum deles o autor deste título tão rasca, que nos envergonha a todos.»

 

Leonor Barros: «O único e irrepetível A Vida de Brian dos Monty Python. Andávamos lá pelos anos 70 e houve quem não gostasse do que viu. Pois claro.»

 

Luís Menezes Leitão: «Com a eleição de Menezes, o Porto poderá passar a intitular-se Porto, Texas, cidade onde os tribunais não contam, já que é o xerife que tudo decide. E daqui a 100 anos Menezes ainda estará no cargo, já que nem sequer terá atingido os seus trinta mandatos, que é a única limitação que se deve considerar que resulta do espírito da lei de limitação de mandatos.»

 

Eu: «Em dia de moção de censura ao Governo apresentada pelo grupo parlamentar dos “verdes”, vale a pena registar o que dois destacados socialistas dizem sobre este partido, que nunca foi a votos autonomamente e se limita a replicar as posições do Partido Comunista no plenário da Assembleia da República e nos órgãos de informação. Sérgio Sousa Pinto e Augusto Santos Silva falam sem rodeios – e fazem muito bem. Nunca como hoje se sentiu tanta necessidade de posições claras na política portuguesa. Por isso destaco estas opiniões, que expressam exactamente o que penso sobre a mesma matéria.»

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *